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15/12/2017

Definidos os confrontos da primeira fase da Copa do Brasil 2018; veja

Foram definidos nesta sexta-feira os confrontos da primeira fase da Copa do Brasil de 2018. O sorteio foi realizado na sede da CBF, no Rio de Janeiro. A etapa inicial tem 80 participantes e será disputada entre 31 de janeiro e 7 de fevereiro. Os duelos serão em jogos únicos fora de casa para os times de maior expressão, com vantagem do empate para classificação.
Troféu da Copa do Brasil 2018 (Foto: Felippe Costa / GloboEsporte.com)Troféu da Copa do Brasil 2018 (Foto: Felippe Costa / GloboEsporte.com)
Troféu da Copa do Brasil 2018 (Foto: Felippe Costa / GloboEsporte.com)
Confrontos da primeira fase (em negrito, timesdo pote A) :
Madureira-RJ x São Paulo-SP
Caldense-MG x Fluminense-RJ
Boavista-RJ x Internacional-RSGlobo-RN x Vitória-BA
Santos-AP x Sport-PE
Caxias-RS x Atlético-PRAparecidense-GO x Botafogo-RJNacional-AM x Ponte Preta-SPAtlético-AC x Atlético-MGParnahyba-PI x Coritiba-PR
Inter de Limeira-SP x Rio Branco-AC
Ituano-SP x Uberlândia-MG 
Aimoré-RS x Cuiabá-MT
Tubarão-SC x América-RN
Ferroviário-CE x Confiança-SE
Floresta-CE x Botafogo-PB
Manaus-AM x CSA-AL
Corumbaense-MS x ASA-AL
Novo-MS x Salgueiro-PE
Atlético-ES x Remo-PA
São Raimundo-RR x Vila Nova-GO
Vitória da Conquista-BA x Boa Esporte-MG
Brasiliense-DF x Oeste-SP
Cordino-MA x Náutico-PE
Real Desportivo-RO x Londrina-PR
Independente-PA x Sampaio Corrêa-MA
Interporto-TO x Juventude-RS
Dom Bosco-MT x CRB-AL
Nova Iguaçu-RJ x Bragantino-SP
Cianorte-PR x ABC-RN
Criciúma-SC x São Caetano-SP
Novo Hamburgo-RS x Paysandu-PA
Ceilândia-DF x Avaí-SC
Altos-PI x Atlético-GO
URT-MG x Paraná-PR
Treze-PB x Figueirense-SC
Itabaiana-SE x Joinville-SC
Brusque-SC x Ceará-CE
Sinop-MT x Goiás-GO
Fluminense de Feira-BA x Santa Cruz-PE
Sorteio Copa do Brasil foi realizado nesta sexta-feira na sede da CBF   (Foto: Felippe Costa)Sorteio Copa do Brasil foi realizado nesta sexta-feira na sede da CBF   (Foto: Felippe Costa)
Sorteio Copa do Brasil foi realizado nesta sexta-feira na sede da CBF (Foto: Felippe Costa)
No próximo ano, a competição passará a pagar R$ 50 milhões para o campeão e R$ 20 milhões para o vice. O atual dono do troféu é o Cruzeiro, que venceu o Flamengo na decisão de 2017.
- A Copa do Brasil entra em uma nova era, competição que ao longo dos anos vem se ajustando, melhorando, sendo mais competitiva. A grande novidade é a premiação, iremos divulgar oficialmente na segunda-feira, mas a competição passa a ter um benefício financeiro aos clubes sem parâmetros eu diria no futebol da América do Sul - disse Manoel Flores, diretor de competições da CBF.
O dirigente foi questionado também se a suspensão do presidente Marco Polo del Nero atrapalha o planejamento:
- A coisa continua. E qualquer assunto dessa natureza a nossa assessoria de imprensa vai tratar de forma oficial, como tem que ser.
Outra novidade do torneio é que, a partir da terceira fase, quando os confrontos passarão a ter duelos de ida e volta, o gol fora de casa não valerá mais como critério de desempate. Além disso, a CBF ampliou a data limite para inscrição de jogadores na competição. Em 2017, os clubes tiveram até o dia 24 de abril para registrar os atletas. Na próxima edição, as equipes poderão inscrever jogadores até o dia 30 de julho, antes das quartas de final.

24/08/2017

Flamengo vence Botafogo-RJ e avança à final da Copa do Brasil

Deu Flamengo. Entre erros e acertos, faltas duras e emoção, venceu o time que mais correu atrás. Venceu o Flamengo. No Maracanã de mais de 53 mil torcedores, o Rubro-Negro derrotou ontem o Botafogo por 1 a 0, gol de Diego, e se classificou à final da Copa do Brasil.

Na decisão, nos dias 7 e 27 de setembro, o Flamengo enfrentará o xxxx, que eliminou o xxxx, no Mineirão, em uma emocionante disputa de pênaltis. O sorteio dos mandos de campo da final será hoje.

O duelo de ontem contrapôs dois times cautelosos. O Flamengo, um pouco mais insinuante, esbarrava ora no último passe, ora na habilidade do Botafogo em se fechar nos momentos alarmantes. Qualquer que fosse o placar do primeiro tempo, vitória para um time ou o outro, não teria sido injusto. Como também não foi o 0 a 0.

Berrío domina a bola, marcado por Victor Luis. Colombiano fez a assistência para o gol de Diego Berrío domina a bola, marcado por 

O Botafogo teve, justiça seja feita, a melhor chance, aos 2 minutos, quando Guilherme finalizou com uma cabeçada errada, por cima. Guerrero, de volta a campo após contusão, respondeu aos 13 minutos no canto, mas Gatito defendeu com mérito.

— Eles se fecham bem. É característica do Botafogo — resumiu Juan, no intervalo.

— Fui infeliz, a bola acabou subindo — desculpou-se Guilherme.

No segundo tempo, o Flamengo aumentou a pressão, mas o primeiro protagonista foi o árbitro Wilton Sampaio. Se os rubro-negros reclamaram de desvio de Marcelo com a mão, na área, os alvinegros pediram a expulsão de Cuéllar e Rodinei.

Um drible espetacular de Berrío em Victor Luís, aos 25 minutos, tirou do árbitro o papel de destaque. Diego recebeu o cruzamento e venceu o goleiro Gatito.

A comemoração foi arrematada com uma festa pela entrada de Vinícius Júnior no lugar de Berrío. E vai continuar até 27 de setembro. Ou, talvez, até 28...

— Um gol nesse jogo tem um peso muito grande — descreveu Diego, o herói.

16/08/2017

Grêmio derrota Cruzeiro por 1 a 0 e fica a um empate da final da Copa do Brasil

O Grêmio fez a lição de casa e venceu o Cruzeiro por 1 a 0 no jogo de ida da semifinal da Copa do Brasil, na noite desta quarta-feira. Lucas Barrios, com gol aos 45 minutos do primeiro tempo, deu ao time gaúcho a vantagem de jogar por um empate na partida da volta, na próxima quarta, no Mineirão.

Na reedição de uma das semifinais do ano passado, o Grêmio controlou o jogo e construiu sua vitória no primeiro tempo, diante do recuo do rival mineiro. Na segunda etapa, o time de Mano Menezes passou a jogar melhor, porém sem equilibrar o duelo. Mesmo sem exibir o mesmo ritmo da etapa inicial, o time gaúcho se saiu melhor no segundo tempo e esteve mais perto do segundo gol.

Com a vantagem no duelo dos maiores campeões do torneio, o Grêmio avança à final com um empate fora de casa. Para o Cruzeiro, é necessário devolver a derrota pelo mesmo placar para levar o confronto para os pênaltis. Ou vencer por dois ou mais gols de diferença diante de sua torcida.

O JOGO

Grêmio e Cruzeiro cumpriram no primeiro os papeis que tão bem executaram ao longo da Copa do Brasil. O time da casa, dono de postura marcadamente ofensiva ao longo da temporada, foi para cima desde o começo. O Cruzeiro reproduziu o comportamento mais defensivo, tão ao estilo de Mano Menezes.

Assim, o time gaúcho dominou com facilidade nos primeiros minutos e desbravou o ataque com uma bela cabeçada de Lucas Barrios aos 12. Fábio saltou para fazer linda defesa. O goleiro seria decisivo em outra grande chance na primeira etapa. Foi aos 35, quando Pedro Rocha deu belo drible no zagueiro e bateu colocado, de fora da área. O goleiro pulou bonito para evitar o gol.

Destaque do Cruzeiro na etapa inicial, Fábio não conseguiu evitar o gol gremista aos 45 minutos. Após cruzamento da direita, Luan, sem marcação na área, bateu firme. Fábio fez boa intervenção, mas desta vez deu rebote. E, Barrios, bem colocado na área, só empurrou para as redes.

Depois do gol, Mano Menezes surpreendeu ao fazer mudança na sua defesa, ao contrário do que seria esperado. Trocou Romero por Ezequiel, lateral de ofício, no lado direito. A meta era conter as investidas de Pedro Rocha pelo lado esquerdo do ataque gremista.

Sem mudanças no setor de criação e no ataque, o Cruzeiro criou sua primeira boa chance no jogo aos 2 minutos da segunda etapa. Diogo Barbosa arriscou finalização de fora da área e Marcelo Grohe também brilhou.

Aos 14, a torcida cruzeirense ganhou motivos para se assustar e respirar aliviado em questão de segundos. O árbitro marcou pênalti em falta de Ezequiel sobre Luan. No entanto, voltou atrás logo em seguida. Avisado pelo assistente, anotou a falta fora da área, corretamente, tranquilizando os cruzeirenses.

O suspense na mudança na marcação acabou se tornando o momento de maior emoção na segunda etapa, na qual o Grêmio caiu de rendimento e o Cruzeiro não conseguiu aproveitar momentos mais favoráveis. Os erros de passe de ambos os lados e as dificuldades na armação deram o tom do segundo tempo, que deixou em aberto o confronto para o jogo da volta.

FICHA TÉCNICA GRÊMIO 1 x 0 CRUZEIRO

GRÊMIO – Marcelo Grohe; Edílson, Pedro Geromel (Bressan), Kannemann e Cortez; Michel, Arthur, Ramiro, Luan e Pedro Rocha (Fernandinho); Lucas Barrios (Everton). Técnico: Renato Gaúcho.

CRUZEIRO – Fábio; Lucas Romero (Ezequiel), Léo, Murilo e Diogo Barbosa; Henrique, Lucas Silva, Robinho (Élber), Alisson e Thiago Neves; Rafael Sóbis (Raniel). Técnico: Mano Menezes.

GOL – Barrios, aos 45 minutos do primeiro tempo.

CARTÕES AMARELOS – Rafael Sóbis, Robinho, Ramiro, Ezequiel.

ÁRBITRO – Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza (SP).

RENDA – R$ 1.758.042,00.

PÚBLICO – 41.711 pagantes (45.102 no total).

LOCAL – Arena Grêmio, em Porto Alegre (RS).

27/07/2017

Grêmio volta a vencer o Atlético-PR e avança na Copa do Brasil

Falta só definir a ordem dos dois jogos, marcados para 16 e 23 de agosto, o que ocorrerá segunda, dia 31. Classificado para as semifinais da Copa do Brasil, o Grêmio volta a cruzar com o Cruzeiro nesta etapa do torneio, como ocorreu em 2016, o ano do penta. A vaga foi confirmada com a vitória de 3 a 2 contra o Atlético-PR na noite desta quinta, na Arena da Baixada. Foi um jogo protocolar, dada a vantagem de 4 a 0 obtida na partida de ida. Pela 13ª vez, o Grêmio chega às semifinais da Copa do Brasil. No ano, foi sua terceira vitória contra o esfacelado Atlético, com nove gols marcados e um sofrido.

A sete minutos, Luan recebeu de Pedro Rocha e recuou para Michel, que chutou alto. Aos 10, Luan cruzou para o cabeceio errado de Pedro Rocha. Ainda que desfalcado de Edilson, Geromel, Maicon, Arthur e Barrios, o Grêmio conseguia manter o mesmo nível elevado das atuações anteriores. Com apenas quatro titulares, já que sua prioridade é fugir do risco de rebaixamento no Brasileirão, o Atlético-PR chegou a assustar. A 15 minutos, Douglas Coutinho avançou pela direita, deu "meia-lua" em Marcelo Oliveira, que sentiu o joelho esquerdo e ficou estendido no gramado, cruzou na direção da área e Pablo, que chegou antes de Bressan, fez 1 a 0.

Por alguns minutos, os poucos torcedores do Atlético-PR presentes ao estádio chegaram a pensar em milagre. Ainda mais que o time seguiu no ataque, tirando proveito do momentâneo desajuste defensivo do Grêmio que a lesão de Marcelo Oliveira havia provocado. Mas o ímpeto logo terminou. O gol de empate, marcado a 26 minutos, foi a síntese do envolvente toque de bola que tem caracterizado o Grêmio. A jogada começou com o toque de Leonardo para Luan, na intermediária. O movimento seguinte foi a abertura feita por Luan para o desmarcado Michel, que vislumbrou Pedro Rocha dentro da área e fez o passe. Com classe, o atacante driblou Eduardo Henrique e, antes da chegada de Cleberson, venceu Weverton com um chute em diagonal: 1 a 1. Um gol construído em quatro momentos.

A partir de então, foi como se não existisse mais adversário pela frente. Tendo Luan invariavelmente como ponto de partida, o Grêmio passou a fazer a bola girar por todos os cantos do gramado, ante marcadores que mostravam até um certo constrangimento em tentar marcar. Se o time cometeu um pecado, foi o de não arriscar mais chutes a gol. Ainda assim, já se ouviam vaias ao Atlético-PR quando o primeiro tempo se encerrou.

A troca de passes foi ainda mais estonteante no segundo tempo. Com uma rara coordenação de movimentos, o Grêmio passou a transpor as linhas de marcação do Atlético-PR como quem passeasse. Houve alguns descuidos defensivos, como aos quando Gedoz, dentro da área, fez passe para chute perigoso de Pablo. Nada além disso. Para confirmar a superiodade, veio o segundo gol. Aos 24 minutos, depois de cobrança de falta, Bressan redimiu-se da falha no gol do Atlético-PR e serviu de cabeça para Everton, que a antecipou-se à marcação e fez 2 a 1. A festa terminou aos 34 minutos, em jogada iniciada de forma inusitada. Grohe fez a resposição, Everton dominou pouco depois da linha divisória e lançou a Pedro Rocha que, com classe, driblou Weverton e fez 3 1.

Gedoz, aos 46 minutos, fez mais um para o Atlético-PR. De nada adiantou. O Grêmio foca no Cruzeiro, na próxima fase da Copa do Brasil.

26/07/2017

Cruzeiro busca empate com Palmeiras e avança à semifinal da Copa do Brasil

Cruzeiro garantiu presença na semifinal da Copa do Brasil durante a noite desta quarta-feira. Após sair em desvantagem diante do Palmeiras, o time celeste buscou o empate por 1 a 1 no Mineirão, resultado suficiente para avançar à próxima fase do torneio nacional.

Beneficiado pelo empate por 3 a 3 em São Paulo, o Cruzeiro enfrenta na próxima fase o ganhador do duelo entre Grêmio e Atlético-PR. Depois de vencer por 4 a 0 em Porto Alegre, o time gaúcho tenta confirmar a vaga às 21h45 (de Brasília) desta quinta-feira, na Arena da Baixada.

Palmeiras e Cruzeiro entram em campo pela 17ª rodada do Campeonato Brasileiro no final de semana. Às 19 horas deste sábado, o Palmeiras encara o ameaçado Avaí, no Estádio Palestra Itália. Já o Cruzeiro pega o Vitória às 19 horas de domingo, no Mineirão.

O Jogo - O primeiro tempo do confronto disputado no Mineirão foi monótono. Beneficiado pelo empate sem gols, o Cruzeiro se manteve bem postado no campo de defesa. Já o Palmeiras, com Dudu e Guerra pouto participativos, não teve chances de gol na metade inicial.

Os goleiros Jailson e Fabio não tiveram maiores dificuldades no primeiro tempo. Thiago Neves finalizou uma vez da entrada da área após receber de Diogo Barbosa e o arqueiro palmeirense defendeu com tranquilidade. Jean também arriscou de longe e movimentou o guarda metas celeste.

De forma inusitada, o técnico Cuca protagonizou um dos poucos lances bonitos da etapa inicial. Posicionado na beirada do gramado, o treinador mostrou habilidade ao dominar uma bola que saiu pela linha lateral e até ganhou aplausos de um sorridente Mano Menezes.

Na tentativa de aumentar o poder ofensivo do Palmeiras, Cuca colocou Keno no lugar de Guerra, deslocando Dudu da ponta esquerda para a meia. O panorama da partida não mudou, e Cuca resolveu sacar o volante Felipe Melo para a entrada do meia Raphael Veiga.

O Palmeiras inaugurou o marcador aos 25 minutos do primeiro tempo. Após cobrança de escanteio pelo lado direito de Raphael Veiga, o goleiro Fabio tentou afastar. Na cobra, Keno pegou de primeira na entrada da área, a bola desviou em Lucas Romeiro e terminou nas redes.

Logo depois do gol, Cuca reforçou a marcação no meio de campo ao tirar o atacante Dudu para colocar o volante Tchê Tchê. O Cruzeiro aumentou o volume de jogo e marcou o gol da classificação aos 39 minutos. Após cruzamento de Alisson pela esquerda, Diogo Barbosa usou a cabeça para completar com sucesso.

FICHA TÉCNICA CRUZEIRO 1 x 1 PALMEIRAS

Local: Estádio Mineirão, em Belo Horizonte (MG) 
Data: 26 de julho de 2017, quarta-feira 
Horário: 21h45 (Brasília) 
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (Fifa-GO) 
Assistentes: Bruno Raphael Pires Cristhian Passos Sorence (FIFA-GO) 
Cartões amarelos: Alisson, Arrascaeta e Thiago Neves (CRU); Mina, Egídio e Edu Dracena (PAL) 
Gols: 
CRUZEIRO: Diogo Barbosa, aos 39 minutos do 2º Tempo 
PALMEIRAS: Keno, aos 25 minutos do 2º Tempo

CRUZEIRO: Fábio; Lucas Romero, Léo, Murilo e Diogo Barbosa; Henrique, Ariel cabral e Elber (Arrascaeta); Thiago Neves; Rafael Sobis (Raniel) e Alisson (Lucas Silva) 
Técnico: Mano Menezes

PALMEIRAS: Jailson; Jean, Yerry Mina, Edu Dracena e Egídio; Thiago Santos e Felipe Melo (Raphael Veiga); Roger Guedes, Guerra (Keno) e Dudu (Tchê Tchê); Borja 
Técnico: Cuca

Botafogo faz 3 a 0 no Atlético-MG e vai à semifinal da Copa do Brasil

Na noite desta quarta-feira (26), no Estádio Nilton Santos, o Botafogo superou a vantagem de 1 a 0 construída pelo Atlético-MG na primeira partida, venceu por 3 a 0 e avançou à fase semifinal da Copa do Brasil. Noite de virada, que a torcida não vai esquecer tão cedo.

Os cariocas começaram pressionando e tiveram uma série de escanteios nos primeiros minutos. Num destes, aos cinco minutos, a bola sobrou para Bruno Silva e o chute encontrou Carli. O zagueiro abriu o placar. Pouco depois, aos sete minutos, Rodrigo Pimpão arrancou sozinho, em velocidade, mas demorou a chutar e a marcação se antecipou.

Após a blitz do time da casa, o Atlético começou a mostrar seu repertório. Elias, aos 14, chutou por cima do alvo. Dois minutos depois, Marcos Rocha fez Jefferson trabalhar.

O Botafogo jogava como gosta: contra-atacando, e quase sempre pelo lado esquerdo. Foi a falta de inspiração de Rodrigo Pimpão que impediu maior sucesso em pelo menos três ocasiões.

Pelo mesmo setor, Victor Luís tentou chute forte. A bola foi para fora e, no contragolpe, Yago finalizou para a defesa de Jefferson, após leve desvio. Pecado mineiro, pois o Glorioso não perdoaria na chance seguinte: aos 41, pelo tal lado esquerdo, João Paulo driblou a marcação e achou Roger. O centroavante mandou no lado oposto ao do cruzamento. Era o Botafogo na frente e se classificando.

Modificado, o Atlético teve a primeira chance da segunda etapa. Mas o chute de Luan, aos dois minutos, foi fraco. Fraco também foi a finalização de Pimpão, no lance seguinte.

Roger arrancou aplausos da torcida quando aplicou uma caneta e uma meia-lua quase que seguidamente. Mas era o Galo quem estava no ataque. Os erros foram nas finalizações de Bremer, Rafael Moura e Luan, novamente.

Aos 20, grande susto. Marcos Rocha dá chutão e Cazares ganha de Victor Luís na velocidade. Mas Jefferson saiu da área para dividir. Jogada limpa, e gol evitado.

A reta final da partida, como esperado, foi um jogo de ataque contra defesa. Aos 39, Cazares, arrancou pela esquerda e chutou na rede... mas pelo lado de fora. Mas aos 44 minutos, Leandrinho puxou contra-ataque e passou para Bruno Silva, que achou Gilson, que achou o gol. A jornada do Botafogo continua.


*LANCEPRESS

02/06/2017

Cruzeiro empata com a Chapecoense e vai às quartas da Copa do Brasil

O futebol apático do Cruzeiro voltou a dar as caras na noite desta quinta-feira, na Arena Condá. Apesar disso, o empate por 0 a 0 que o time de Mano Menezes segurou em Santa Catarina a duras penas, contra a Chapecoense, garantiu a equipe nas quartas de final da Copa do Brasil. No duelo de ida, a Raposa havia vencido o compromisso por 1 a 0, no Mineirão, o que confirmou o resultado positivo no placar agregado.

Depois do apito final, o clima esquentou na Arena Condá. Revoltados com algumas marcações de Péricles Bassols, os jogadores da Chapecoense partiram para cima do trio de juízes. O quarto árbitro Evandro Tiago deixou o campo com sangramento no rosto, possivelmente depois de ser atingido por algum objetivo jogado das arquibancadas. Enquanto isso, nos vestiários do estádio, a delegação catarinense se envolveu em discussão áspera com os cruzeirenses.

O sorteio que definirá os duelos da próxima fase da Copa do Brasil está marcado para segunda-feira, dia 5, às 11h, na sede da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), no Rio de Janeiro.

O Cruzeiro agora volta suas atenções para a disputa do Campeonato Brasileiro, mas não muda o foco sobre o adversário. No próximo domingo, às 19h, a equipe de Mano Menezes recebe a mesma Chapecoense, no Mineirão. Os dois clubes dividem a liderança do torneio, ao lado do Corinthians, todas com sete pontos conquistados. Os catarinenses têm vantagem no saldo de gols.

O jogo

Como venceu o primeiro jogo da disputa, por 1 a 0, no Mineirão, o Cruzeiro entrou em campo precisando apenas do empate com a Chapecoense. Apesar disso, foi o time de Mano Menezes que começou propondo na Arena Condá. Nos primeiros 15 minutos, a Raposa chegou ao gol de Jandrei em pelo menos cinco oportunidades, ainda que sem levar muito perigo. Defensivamente, se postou em linhas próximas e mostrou atenção na marcação, impedindo qualquer tentativa de contra ataque da Chape.

Os donos da casa tiveram sua primeira chegada aos 18’, em finalização de cabeça de Wellington Paulista, e equilibrou as ações ofensivas a partir daí. Com posicionamento corrigido e dando menos espaço aos jogadores que pensam o jogo pelo lado do Cruzeiro, a Chapecoense intensificou as tentativas ofensivas pelo lado esquerdo, principalmente com Luiz Antônio e Reinaldo. Aos 38’ da etapa inicial, o volante finalizou em cima de Diogo Barbosa e no rebote, dentro da área, Arthur Caike perdeu chance clara de colocar o time catarinense na frente do placar.

Na resposta, aos 43’, o Cruzeiro perdeu oportunidade ainda mais impressionante. Lucas Romero recebeu ótimo lançamento de Ariel Cabral, fintou o marcador e colocou Hudson livre para a finalização. Da marca do pênalti, o volante chutou sem força e facilitou o trabalho de Jandrei. Na saída do intervalo, Thiago Neves cobrou melhora pontual: Temos que segurar a bola na frente e caprichar no último passe. Temos que ter tranquilidade, porque temos espaço”, disse.

Apesar da ‘chamada’ do camisa 30 do Cruzeiro na saída para o intervalo, foi a Chapecoense que voltou mais contundente. Logo no primeiro lance da segunda etapa, Wellington Paulista marcou, mas o árbitro Péricles Bassols assinalou falta polêmica de Victor Ramos em Hudson e anulou o gol do time alviverde. O controle do adversário motivou Mano Menezes a mudar o esquema logo aos 8’. Ele tirou Romero, deslocou Hudson para a direita e promoveu a entrada de Rafinha.

Mas foi a Chapecoense que seguiu assustando. Aos 15’, Hudson salvou o Cruzeiro em tentativa de Madson. No rebote, Reinaldo acertou a bola no travessão de Fábio. Ainda que tentasse segurar a bola no campo ofensivo, o Cruzeiro errava os passes e, displicentemente, as chances claras que conseguia em contra-ataques. Aos 32’, Thiago Neves partiu em velocidade, errou na tomada de decisão, mas a bola sobrou limpa para Rafinha, de frente para o gol. O meia-atacante finalizou para fora.  Depois disso, o Cruzeiro se fechou de olho no empate, sofreu pressão enorme da Chape - que teve um gol bem anulado -, mas confirmou o placar de 0 a 0 e se garantiu nas quartas de final da Copa do Brasil.

31/05/2017

Grêmio volta a vencer o Fluminense e vai às quartas da Copa do Brasil

O Grêmio está muito vivo na defesa do título da Copa do Brasil. Nesta quarta, o Tricolor Gaúcho deu uma mostra de força e venceu o Fluminense por 2 a 0, no Maracanã. Aproveitando o fato de ter atuado com um homem a mais por 86 minutos, o time de Renato Portaluppi encerrou o duelo com 5 a 1 a seu favor.

O adversário do Grêmio nas quartas de final será conhecido por sorteio. Os times voltam a campo no fim de semana. No mesmo Maracanã, o Fluminense recebe o Vitória no sábado, às 18h. Os gaúchos enfrentam o Vasco às 16h de domingo, em Porto Alegre. Os jogos são válidas pela 4ª rodada do Brasileiro. 

O JOGO 

Precisando vencer por 2 a 0 para avançar, o Fluminense até começou o jogo em cima do Grêmio, mas qualquer estratégia que Abel Braga havia pensado foi por água abaixo aos 4 minutos. Scarpa cobrou falta na área e o contra-ataque gaúcho seria mortal, mas Nogueira deu carrinho violento por trás em Luan, matando a jogada. O árbitro expulsou o camisa 44 corretamente. 

Abel decidiu ajeitar o time sem substituições e acabou pagando caro por isso. Orejuela foi recuado para zaga e o time ficou perdido em campo. O Grêmio perdeu chances claras de gol antes de Luan receber com total liberdade na entrada da área para fazer um golaço de pé direito: 1 a 0. 

A expulsão de Nogueira tirou a torcida do Flu - que apoiava o time até então - do sério. Um cartão vermelho passou a ser cobrado a cada falta do rival, mas foi o Grêmio que teve um pênalti ignorado na primeira etapa. 

O Grêmio passou a jogar com a bola nos pés, o segundo gol parecia questão de tempo e saiu logo após Scarpa dar lugar a Reginaldo. Em uma das várias investidas que o time de Renato Portaluppi fez pelo meio da defesa rival, Léo Moura enfiou para Pedro Rocha, que driblou Cavalieri e tocou para o gol vazio. 

Antes do intervalo, nova reclamação do Fluminense após carrinho forte de Kannemann em Dourado. O árbitro Thiago Peixoto aplicou o cartão amarelo. 

O Fluminense voltou do vestiário com Luiz Fernando no lugar de Douglas e com a missão de fazer cinco gols e não sofrer nenhum para avançar na Copa. A substiuição e a conversa de Abel surtiram efeito, pois o time criou chances. Na melhor delas, Henrique acertou o travessão. 

No embalo da torcida, o Tricolor Carioca até deu um calor no rival, mas a classificação gaúcha passou longe de ser ameaçada. Marcelo Grohe sequer foi exigido, e a equipe comandada por Renato trocou passes a partir do 30 minutos, aguardando o apito final. 

25/05/2017

De virada e com atuação de gala de Biteco, Paraná Clube vence o Atlético-MG no Couto

Se enganou quem pensou que jogar no Couto Pereira não faria bem ao Paraná Clube. Diante de um dos melhores times do futebol brasileiro, o Tricolor teve uma atuação cirúrgica, venceu o Atlético-MG por 3×2 na noite desta quarta-feira (24) e depende de um empate no jogo da volta, em Belo Horizonte, semana que vem, para avançar às quartas de final da Copa do Brasil. Vitórias do Galo por 1×0 ou 2×1 servem para o time mineiro avançar de fase. Antes, no entanto, o time paranista encara o Juventude, neste sábado (27), em Caxias do Sul, pela Série B.
Com quase 20 mil torcedores no Couto, o primeiro tempo foi praticamente de ataque contra defesa. Parecia que o dono da casa era o Atlético-MG, que criou as melhores chances nos primeiros 45 minutos. Nos início do jogo, o Galo foi para cima e perdeu grandes chances com Robinho e Cazares. Insistente, o time mineiro abriu o placar aos 8 minutos. Depois da cobrança do escanteio e do desvio no primeiro pau, Elias apareceu livre para mandar para as redes.
O Paraná sentiu o gol sofrido e tinha dificuldades para marcar o eficiente setor ofensivo do Galo. Mesmo assim, o Tricolor conseguiu o empate na sua única chance criada no primeiro tempo. Aos 19, Guilherme Biteco cobrou falta e venceu o goleiro Victor. Depois de achar a igualdade, o time paranista voltou a adotar uma postura mais defensiva, mas seguiu com dificuldades para parar as investidas do adversário.
O Atlético-MG, com toque de bola rápido e com Elias em noite inspirada, chegava a todo instante com perigo. Aos 28, depois da boa jogada de Cazares e Fred, Robinho, na área, chutou forte e acertou a trave. Aos 38, foi a vez de Fred fazer o pivô e servir Elias, que bateu com perigo ao gol de Léo. O Galo seguiu criando as melhores chances e só não foi para o intervalo em vantagem graças ao goleiro Léo, que fez grande defesa na tentativa de Léo, já na reta final da etapa inicial.
O jogo mudou pouco de figura no segundo tempo. O Atlético-MG voltou pressionando o Paraná no seu campo e quase marcou aos dois minutos. Depois do cruzamento de Fábio Santos, Alex Santana quase fez contra. Na sequência, depois do escanteio cobrado, Fred cabeceou livre e Léo fez grande defesa. O Tricolor respondeu minutos depois, mas o chute de Pedro Bortoluzo parou na trave.
O castigo para o Paraná veio aos 10 minutos. Robson falhou no ataque, escorregou e no contra-ataque puxado por Marcos Rocha, Robinho, na área, bateu sem chances para Léo. Robson, no entanto, se redimiu nove minutos mais tarde. O camisa 7 fez o cruzamento preciso para Felipe Alves, que acabara de entrar na vaga de Pedro, cabecear sem chances para o goleiro Victor e empatar de novo a partida.
O jogo seguiu com boas alternativas ofensivas para os dois times. O Galo, sempre mais perigoso, quase fez o terceiro aos 21. Marcos Rocha cruzou, Elias chutou de primeira e
Biteco decretou a vitória paranista no segundo tempo Foto: Albari Rosa
Léo salvou mais uma vez. O Paraná conseguiu equilibrar a partida e passou a jogar mais no campo do Atlético-MG. O resultado disso veio aos 28. Guilherme Biteco, grande nome do Tricolor, arriscou de fora da área, surpreendeu o goleiro Victor e virou o jogo no Couto: 3×2.
O Paraná Clube, então, finalmente conseguiu jogar do jeito que mais gosta de atuar. Apesar do potencial ofensivo do Galo, o Tricolor conseguiu o equilíbrio defensivo para minar as investidas do adversário. Mesmo assim, aos 37, o Atlético-MG chegou perto de marcar. Depois do cruzamento de Fábio Santos, Robinho recebeu livre na área, mas errou o alvo.
Com a vantagem no placar, o Paraná, com a entrada do volante Jhonny, reforçou a sua marcação. O Atlético-MG seguiu pressionando em busca do empate. Aos 40, Rafael Moura arriscou de fora da área e a bola saiu por pouco. Apesar da pressão, o Tricolor segurou a pressão do time mineiro, garantiu a vitória e que lhe permitirá jogar pelo empate, semana que vem, no Horto.

FICHA TÉCNICA

COPA DO BRASIL
Oitavas de Final – Ida
Paraná Clube 3×2 Atlético-MG
Paraná Clube
Léo; Leandro Vilela, Brock, Rayan e Igor; Gabriel Dias, Alex Santana, Guilherme Biteco (Matheus Carvalho) e Renatinho (Jhonny); Robson e Pedro Bortoluzo (Felipe Alves).
Técnico: Cristian de Souza
Atlético-MG
Victor; Marcos Rocha, Gabriel, Felipe Santana e Fábio Santos; Adilson (Maicosuel), Elias, Rafael Carioca e Cazares (Otero); Robinho e Fred (Rafael Moura).
Técnico: Roger Machado
Local: Estádio Couto Pereira
Árbitro: Rodrigo Alonso Ferreira (SC)
Assistentes: Kleber Lucio Gil (Fifa-SC) e Helton Nunes (SC)
Gols: Elias, 8, e Guilherme Biteco, 19 do 1º; Robinho, 10, Felipe Alves, 19, e Guilherme Biteco, 28 do 2º
Cartões amarelos: Rafael Carioca, Felipe Santana, Robinho (CAM); Gabriel Dias, Alex Santana, Leandro Vilela (PAR)
Público pagante: 17.984
Público total: 19.287
Renda: R$ 560.570,00

18/05/2017

Grêmio vence o Fluminense de virada e encaminha classificação

Lucas Barrios destruiu o Fluminense nesta quarta-feira. A equipe carioca até fazia um bom jogo, mas o atacante paraguaio "despertou" na metade do primeiro tempo, deu uma assistência, marcou dois gols e levou o Grêmio à excelente vitória por 3 a 1, de virada, na Arena Grêmio, em Porto Alegre, pelo jogo de ida das oitavas de final da Copa do Brasil.

As duas equipes fazem o duelo da volta no próximo dia 31, no estádio do Maracanã, no Rio. Uma derrota por um gol de diferença ainda garante o time do técnico Renato Gaúcho nas quartas de final. Pelo Campeonato Brasileiro, por sua vez, os dois times jogam fora de casa neste domingo, contra Atléticos - o Fluminense encara o Mineiro e o Grêmio enfrenta o Paranaense.
DESFALCADOS
Embaladas pelas vitórias na estreia do Brasileirão, as duas equipes entraram em campo nesta quarta-feira com alguns desfalques. Os laterais Edilson e Marcelo Oliveira, o volante Maicon e o meia-atacante Bolaños, lesionados, deram lugar a Cortez, Arthur e Pedro Rocha. Léo Moura, assim, seguiu na lateral direita do Grêmio.
Já o técnico Abel Braga, sem poder contar com Orejuela e Wellington Silva, escalou Pierre e Marcos Júnior - Renato também começou no lugar de Lucas. Apesar da expectativa de que fosse titular, Gustavo Scarpa seguiu como opção no banco de reservas.
Os desfalques, contudo, não desfiguraram taticamente os dois times. Grêmio e Fluminense fizeram um jogo movimentado desde o início, apostando na velocidade e buscando sempre o ataque, características que os marcaram no começo de temporada.
TUDO IGUAL
Em 17 minutos, assim, o jogo já estava empatado por 1 a 1. Depois de surpreender e pressionar o Grêmio no início, mesmo jogando em Porto Alegre, o Fluminense abriu o placar aos cinco, quando Renato Chaves aproveitou cobrança de escanteio, antecipou-se ao goleiro Marcelo Grohe e cabeceou para as redes. Foi uma falha incomum do goleiro gremista.

Barrios (dir.) marcou duas vezes na vitória do Grêmio
Barrios (dir.) marcou duas vezes na vitória do Grêmio
Mas o próprio zagueiro também erraria minutos depois e facilitaria o gol de empate. O Fluminense seguia ligeiramente melhor - e sem ser pressionado, embora vencesse fora de casa - até que, aos 17, Arthur tabelou com Luan e passou para Lucas Barrios. Após fazer o pivô, com classe, ele tentou devolver e a bola ficou para Renato Chaves cortar de carrinho, mas ele desviou para trás. Arthur, então, deu belo drible em Diego Cavalieri e completou a boa trama ofensiva do Grêmio.
O gol mudou o ritmo do jogo. Mais confiante e equilibrado, o Grêmio dominou o meio de campo, apostou na movimentação de seu trio ofensivo e encurralou o Fluminense. Luan, aos 35 minutos, driblou três marcadores e chutou para fora. O próprio atacante fez outra boa jogada aos 44 e tocou para Pedro Rocha finalizar com perigo - Diego Cavalieri salvou.
MATADOR
O início do segundo tempo marcou um curioso duelo: Renato x Marcelo Grohe. Aos cinco minutos, da entrada da área, o lateral-direito arriscou de longe e exigiu boa defesa. Cena que se repetiu no minuto seguinte - dessa vez, com um pouco mais de tranquilidade ao goleiro.
Similar também era a postura das equipes nos dois tempos. Depois de pressionar no início, o Fluminense diminuiu o ritmo e viu o Grêmio controlar o jogo. Luan e Ramiro finalizaram com perigo, mas Diego Cavalieri estava atento e defendeu. Aos 19 minutos, porém, não houve o que o goleiro fazer: após escanteio, Kannemann desviou e Lucas Barrios, sozinho, sob as traves, só empurrou.
E a noite era mesmo de Lucas Barrios, antigo "carrasco" do Fluminense em sua época de Palmeiras. Apenas sete minutos depois, Cortez recebeu na esquerda e cruzou rasteiro para o atacante - com extrema tranquilidade - dominar, ajeitar e bater sem força, no contrapé de Diego Cavalieri.
O bonito gol de Lucas Barrios praticamente liquidou o jogo. O Fluminense não teve força e organização para descontar, mesmo com Gustavo Scarpa entrando no lugar de Pierre, enquanto que o Grêmio controlou o jogo e levou a boa vantagem para o duelo da volta.

Com gol contra, Palmeiras vence Internacional e leva vantagem para Porto Alegre

O Palmeiras largou na frente por uma vaga nas quartas de final da Copa do Brasil na noite desta quarta-feira ao derrotar o Internacional pelo placar de 1 a 0, em partida realizada no Allianz Parque, pela partida de ida das oitavas. O único gol do duelo foi marcado por Léo Ortiz, contra.
Com o resultado, o time paulista joga por um empate no jogo de volta, marcado para o dia 31 de maio, às 21h45, para sair classificado. Já o Inter precisa vencer por dois gols de diferença para avançar.
O Internacional começou o jogo impedindo que o Palmeiras exercesse a famosa pressão habitual de quando atua dentro do Allianz Parque. E por muito pouco não surpreendeu o adversário logo aos 12 minutos. D’Alessandro cobrou escanteio para dentro da área da equipe paulista. Borja tentou cortar e mandou na trave. No rebote, Marcelo Cirino chutou e o próprio atacante alviverde tirou em cima da linha.
Após o susto, o Palmeiras acordou e começou a envolver o time gaúcho, tanto que aos 32 minutos abriu o marcador. Felipe Melo acionou Willian em velocidade. O atacante foi para a linha de fundo e cruzou para Léo Ortiz mandar contra as próprias redes. A equipe paulista ainda teve a chance de ampliar com Borja, que driblou o goleiro, mas chutou na trave.
No segundo tempo, o duelo foi um pouco mais equilibrado. Sem querer se expor, o Internacional pouco ameaçava a meta defendida por Fernando Prass. Coube então ao Palmeiras crias as melhores chances de gol, como no chute de Willian, que exigiu uma grande defesa do goleiro Daniel.
O Inter, por sua vez, conseguiu assustar apenas nos minutos finais, e novamente na bola parada. D’Alessandro cobrou falta na cabeça de Rodrigo Dourado, que mergulhou, mas ficou na defesa de Fernando Prass.

11/05/2017

Santos volta a vencer o Paysandu e vai às quartas da Copa do Brasil

Sem dificuldades, o Santos garantiu a vaga nas quartas de final da Copa do Brasil ao vencer o Paysandu por 3 a 1, na noite desta quarta-feira (10) em Belém (PA), no jogo de volta das oitavas de final.

O destaque da partida foi Bruno Henrique, autor de dois gols do Peixe. O adversário do Alvinegro na próxima etapa do torneio será definido em sorteio.

Após vencer o confronto de ida por 2 a 0, na Vila Belmiro, o Santos jogou com o regulamento debaixo do braço. Dorival Júnior sabia que o Paysandu iria para o ataque, já que só uma goleada interessava aos paraenses. Por isso, posicionou seu time na defesa e apostou em contragolpes.

A postura rendeu alguns sustos. Vanderlei se destacou na primeira etapa, com três grandes defesas, em chutes de Diogo Oliveira, Wesley e Bergson. Entretanto, a estratégia funcionou, pois Bruno Henrique, aos 26 minutos da etapa inicial, completou contra-ataque iniciado com lançamento de Lucas Lima, e que passou por Vitor Bueno, para abrir o placar.

No começo do segundo tempo, como diz o ditado, o feitiço virou contra o feiticeiro. Logo aos 4, Rodrigo Andrade, do Paysandu, recuperou a bola, avançou pelas costas de Jean Mota, passou com facilidade por Cleber e serviu Diogo Oliveira, que empatou o duelo.

Aos 4, Rodrigo Andrade, do Paysandu, recuperou a bola, avançou pelas costas de Jean Mota, passou com facilidade por Cleber e serviu Diogo Oliveira, que empatou o duelo.

Apesar disso, o Peixe fez 2 a 1 aos 15, com Bruno Henrique. O atacante fez seu segundo tento na noite após assistência de Vitor Bueno.

Superior, o Santos conseguiu ampliar aos 33. Jean Mota cruzou, e Kayke, que entrou no lugar de Ricardo Oliveira, contou com falha de defesa para fazer o terceiro.