A seleção espanhola de basquete em cadeira de rodas fez historia no Rio de Janeiro ao conseguir sua primeira medalha no Jogos Paralímpicos aos cair derrotada em um duelo muito disputado ate o terceiro quarto com os Estados Unidos.
O destaque da seleção campeã foi Bell com 15 pontos.
Ficha técnica Estados Unidos 68 x 52 Espanha
Espanha: (8+15+19+10): Stix (2), Pablo Zarzuela (16), Alejandro Zarzuela (20), Asier García (5) e David Mouriz (-)-quinteto inicial- Jordi Ruiz (7), Jesús Romero (2), Francisco Sánchez (-), Carlos Vera (-), Amadou Diallo (-), Jaume Llambi (-) e Agustín Alejos (-).
Estados Unidos: (12+17+18+21): Paye (-), Bell (15), Serio (7), Lynch (-) e Gouge (6) -quinteto inicial- Scott (3), Jenifer (4), Turek (6), Williams (20), Gilbert (-), Hinze (7) e Arambula (-).
Incidências: final disputada no Arena Olímpico do Rio de Janeiro, ante uns 10.000 espectadores.
Aqui você encontra notícias, classificação e tabela dos principais campeonatos e ligas de futebol, futsal, vôlei, basquete e tênis pelo Brasil e pelo mundo
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17/09/2016
Brasil derrota o Irã e é tetra paralímpico no futebol de 5
O time que não perde é tetracampeão paralímpico. A seleção brasileira de futebol de 5 (para deficientes visuais) venceu o Irã no fim da tarde deste sábado por 1 a 0, na decisão dos Jogos do Rio, e ficou com o ouro pela quarta vez consecutiva. Desde que a modalidade entrou no programa paralímpico, nos Jogos de Atenas, em 2004, o Brasil nunca perdeu uma partida.
Nas arquibancadas, bandeiras de Corinthians, Internacional, Ponte Preta, Remo, Santa Cruz, Vasco e Goiás. Vestindo os torcedores, camisetas de Flamengo, Fluminense e, claro, seleção brasileira. Com essa torcida típica de futebol, difícil era não gritar na hora da finalização, após uma boa defesa ou quando a bola sobrava limpa para o arremate de Jefinho ou Ricardinho. O problema é que no futebol de 5 o silêncio é fundamental. O som dos guizos internos da bola é a principal referência para os atletas em campo.
Quando o silêncio imperava, o Brasil jogava fácil. No primeiro tempo, Jefinho ficava aberto pela direita e Ricardinho pela esquerda. As jogadas de ataque do time brasileiro – que atua de verde, não de amarelo – eram invariavelmente entre os dois. Ricardinho foi o mais acionado.
O atacante que carrega nas costas da camisa o número 10 foi o principal nome da partida. Na primeira etapa, ele teve quatro chances de marcar, quase sempre conduzindo a bola pela esquerda e arrematando na diagonal. Na terceira tentativa, aos 12, fez 1 a 0. Na quarta, na única vez em que esteve de frente para o gol, mandou no travessão.
No segundo tempo, Ricardinho foi poupado na maior parte e o Brasil praticamente administrou a partida. Foram poucas as chances de gol, e quase todas da seleção brasileira. No único chute perigoso dos iranianos, Luan segurou firme no centro do gol.
A vitória do Brasil no futebol de 5, além de manter a hegemonia na modalidade, representou a 13ª medalha de ouro do País nos Jogos Paralímpicos do Rio-2016. O grupo campeão contou com o time-base formado por Luan; Cássio, Damião, Ricardinho e Jefinho, além de Tiago, Nonato, Felipe, Dumbo e Vinícius. O técnico foi Fábio Vasconcelos, com Luis Felipe de guia.
Nas arquibancadas, bandeiras de Corinthians, Internacional, Ponte Preta, Remo, Santa Cruz, Vasco e Goiás. Vestindo os torcedores, camisetas de Flamengo, Fluminense e, claro, seleção brasileira. Com essa torcida típica de futebol, difícil era não gritar na hora da finalização, após uma boa defesa ou quando a bola sobrava limpa para o arremate de Jefinho ou Ricardinho. O problema é que no futebol de 5 o silêncio é fundamental. O som dos guizos internos da bola é a principal referência para os atletas em campo.
Quando o silêncio imperava, o Brasil jogava fácil. No primeiro tempo, Jefinho ficava aberto pela direita e Ricardinho pela esquerda. As jogadas de ataque do time brasileiro – que atua de verde, não de amarelo – eram invariavelmente entre os dois. Ricardinho foi o mais acionado.
O atacante que carrega nas costas da camisa o número 10 foi o principal nome da partida. Na primeira etapa, ele teve quatro chances de marcar, quase sempre conduzindo a bola pela esquerda e arrematando na diagonal. Na terceira tentativa, aos 12, fez 1 a 0. Na quarta, na única vez em que esteve de frente para o gol, mandou no travessão.
No segundo tempo, Ricardinho foi poupado na maior parte e o Brasil praticamente administrou a partida. Foram poucas as chances de gol, e quase todas da seleção brasileira. No único chute perigoso dos iranianos, Luan segurou firme no centro do gol.
A vitória do Brasil no futebol de 5, além de manter a hegemonia na modalidade, representou a 13ª medalha de ouro do País nos Jogos Paralímpicos do Rio-2016. O grupo campeão contou com o time-base formado por Luan; Cássio, Damião, Ricardinho e Jefinho, além de Tiago, Nonato, Felipe, Dumbo e Vinícius. O técnico foi Fábio Vasconcelos, com Luis Felipe de guia.
Brasil vence Austrália e conquista o bronze no tênis de mesa feminino por equipes
O Brasil conquistou a medalha de bronze no tênis de mesa feminino, classe 6-10 por equipes, nos Jogos Paralímpicos do Rio de Janeiro. A Seleção superou a Austrália por 2 a 0, com duas vitórias, garantindo a vaga no pódio.
Na partida de duplas, Bruna Alexandre e Danielle Rauen superaram a parceria adversária, formada por Melissa Tapper e Andrea McDonnell. O jogo foi equilibrado, mas as donas da casa se sobressaíram, marcando 3 a 2, com parciais de 11/13, 11/9, 11/4, 11/13 e 11/2.
Depois, Bruna e Tapper voltaram a se enfrentar, desta vez em simples. Sem ceder sets à rival, a brasileira fez 3 a 0 (11/7, 11/9 e 11/8), e garantiu o bronze para a equipe. Danielle Rauen nem precisou atuar novamente.
Com a medalha por equipes, o tênis de mesa do Brasil chegou ao terceiro pódio. Anteriormente, a própria Bruna Alexandre foi bronze no individual classe 10. Além dela, Israel Stroh ficou com a prata, na classe 7.
Ainda neste sábado, os homens também têm a chance de buscar o bronze. Na classe 1-2, a equipe masculina encara a Eslováquia, valendo o terceiro lugar. Iranildo Conceição, Aloisio Lima e Guilherme Marcião serão os representantes do Brasil.
Gazeta Esportiva
Na partida de duplas, Bruna Alexandre e Danielle Rauen superaram a parceria adversária, formada por Melissa Tapper e Andrea McDonnell. O jogo foi equilibrado, mas as donas da casa se sobressaíram, marcando 3 a 2, com parciais de 11/13, 11/9, 11/4, 11/13 e 11/2.
Depois, Bruna e Tapper voltaram a se enfrentar, desta vez em simples. Sem ceder sets à rival, a brasileira fez 3 a 0 (11/7, 11/9 e 11/8), e garantiu o bronze para a equipe. Danielle Rauen nem precisou atuar novamente.
Com a medalha por equipes, o tênis de mesa do Brasil chegou ao terceiro pódio. Anteriormente, a própria Bruna Alexandre foi bronze no individual classe 10. Além dela, Israel Stroh ficou com a prata, na classe 7.
Ainda neste sábado, os homens também têm a chance de buscar o bronze. Na classe 1-2, a equipe masculina encara a Eslováquia, valendo o terceiro lugar. Iranildo Conceição, Aloisio Lima e Guilherme Marcião serão os representantes do Brasil.
Gazeta Esportiva
16/09/2016
Silvânia Costa conquista o ouro no salto classe T11
O Brasil conseguiu dobradinha no pódio do salto em distância feminino da classe T11 nesta sexta-feira. Saltando para 4,98m, Silvânia Costa foi a melhor da prova e levou a medalha de ouro, enquanto Lorena Spoladore ficou com o bronze, fazendo 4,71m em sua melhor marca. Thalita Simplício também competiu, mas ficou na quinta posição, com 4,54m.
Aprata ficou com a marfinense Fatimata Diasso, que pulou para 4,89. Diasso liderava a prova e ia garantindo o ouro até a última tentativa de Silvânia, que em seu salto final finalmente conseguiu seu melhor desempenho do dia e foi capaz de ultrapassar a concorrente.
Silvânia vence o ouro justamente de uma prova a qual detém o recorde mundial, que é de 5,46m. Silvânia é irmã do também medalhista de ouro paralímpico Ricardo Costa, que no Rio 2016 garantiu a primeira medalha dourada para o Brasil, ao vencer a categoria masculina da mesma prova que a irmã, o salto em distância T11.
Curiosamente, Ricardo conquistou seu lugar no pódio em condições semelhantes a da irmã: estava atrás do concorrente que ficou com a prata antes de seu sexto e último salto, mas conseguiu se superar na tentativa final e sair vitorioso de maneira emocionante.
Gazeta Esportiva
Aprata ficou com a marfinense Fatimata Diasso, que pulou para 4,89. Diasso liderava a prova e ia garantindo o ouro até a última tentativa de Silvânia, que em seu salto final finalmente conseguiu seu melhor desempenho do dia e foi capaz de ultrapassar a concorrente.
Silvânia vence o ouro justamente de uma prova a qual detém o recorde mundial, que é de 5,46m. Silvânia é irmã do também medalhista de ouro paralímpico Ricardo Costa, que no Rio 2016 garantiu a primeira medalha dourada para o Brasil, ao vencer a categoria masculina da mesma prova que a irmã, o salto em distância T11.
Curiosamente, Ricardo conquistou seu lugar no pódio em condições semelhantes a da irmã: estava atrás do concorrente que ficou com a prata antes de seu sexto e último salto, mas conseguiu se superar na tentativa final e sair vitorioso de maneira emocionante.
Gazeta Esportiva
14/09/2016
Brasil vence China e avança às semifinais do Goalball no Rio 2016
O Goalball brasileiro segue sonhando com medalha nos Jogos Paralímpicos Rio 2016. Na manhã desta quarta-feira, na Arena do Futuro, as Seleções masculina e feminina se garantiram na semifinal da competição.
Atual campeã mundial, a equipe masculina derrotou a China por 10 a 3, enquanto a feminina bateu a Ucrânia por 10 a 0.
Na semifinal, nesta quinta às 13h30, o time masculino vai enfrentar os Estados Unidos, que venceram a Alemanha por 7 a 6 nesta quarta.
Entre as mulheres, a vaga entre as quatro melhores equipes do torneio já garante ao Brasil a melhor colocação na história dos Jogos Paralímpicos, superando o quinto lugar de Londres 2012. O time agora espera o confronto (ainda nesta quarta) entre Japão e China, ouro e prata em Londres 2012, para conhecer a adversária na semifinal, marcada para as 15h desta quinta.
Atual campeã mundial, a equipe masculina derrotou a China por 10 a 3, enquanto a feminina bateu a Ucrânia por 10 a 0.
Na semifinal, nesta quinta às 13h30, o time masculino vai enfrentar os Estados Unidos, que venceram a Alemanha por 7 a 6 nesta quarta.
Entre as mulheres, a vaga entre as quatro melhores equipes do torneio já garante ao Brasil a melhor colocação na história dos Jogos Paralímpicos, superando o quinto lugar de Londres 2012. O time agora espera o confronto (ainda nesta quarta) entre Japão e China, ouro e prata em Londres 2012, para conhecer a adversária na semifinal, marcada para as 15h desta quinta.
Brasil fatura bronze no ciclismo de estrada Paralimpico
O Brasil conquistou mais uma medalha nesta quinta-feira na Paralimpíada do Rio de Janeiro. Na final do ciclismo de estrada contrarrelógio masculino, classe C5, o brasileiro Lauro Cesar Chaman conquistou a medalha de bronze ao terminar a prova com o tempo de 37min37s43.
O contrarrelógio C5 é disputado em duas voltas de 15 km cada. Nos primeiros 15, Lauro Cesar Chaman terminou com o tempo de 19min1603. Já na parte final da competição, o brasileiro fez o tempo de 18min21s40 e garantiu o terceiro lugar, atrás apenas do australiano Alistair Donohoe e do ucraniano Yehor Dementyev, medalha de ouro com o tempo de 36min53s23.
Outro brasileiro que participou da final foi Soelito Gohr, que acabou na nona colocação, com 40min49s70.
A medalha conquistada por Chaman é a primeira de sua carreira olímpica. Em Londres 2012, o brasileiro de 29 anos ficou de fora por ter sido flagrado no antidoping.
O bronze conquistado no ciclismo de estrada é a 45ª medalha do Brasil nos Jogos Paralímpicos do Rio de Janeiro. O país anfitrião ocupa a quinta colocação, com 10 ouros, 21 pratas e 14 bronzes.
O contrarrelógio C5 é disputado em duas voltas de 15 km cada. Nos primeiros 15, Lauro Cesar Chaman terminou com o tempo de 19min1603. Já na parte final da competição, o brasileiro fez o tempo de 18min21s40 e garantiu o terceiro lugar, atrás apenas do australiano Alistair Donohoe e do ucraniano Yehor Dementyev, medalha de ouro com o tempo de 36min53s23.
Outro brasileiro que participou da final foi Soelito Gohr, que acabou na nona colocação, com 40min49s70.
A medalha conquistada por Chaman é a primeira de sua carreira olímpica. Em Londres 2012, o brasileiro de 29 anos ficou de fora por ter sido flagrado no antidoping.
O bronze conquistado no ciclismo de estrada é a 45ª medalha do Brasil nos Jogos Paralímpicos do Rio de Janeiro. O país anfitrião ocupa a quinta colocação, com 10 ouros, 21 pratas e 14 bronzes.
Brasil vence Alemanha e vai à semifinal do vôlei sentado Paralímpico

A seleção Brasileira masculina de vôlei sentado voltou a vencer nos Jogos Paralímpicos do Rio de Janeiro. A equipe derrotou a Alemanha, de virada, por 3 sets a 1, parciais de 24/26, 25/23, 25/18 e 25/12, no Pavilhão 6 do Riocentro.
Com a vitória, o Brasil chegou aos dois pontos no Grupo A, garantindo a classificação para as semifinais do torneio paralímpico. A seleção segue atrás do Egito, único invicto, que tem três pontos. As partidas da próxima fase estão marcadas para esta sexta-feira. Na quarta, o Grupo B finaliza suas partidas, definindo os adversários de Brasil e Egito.
A classificação para as semis já é a maior participação do voleibol sentado brasileiro em Paralimpíadas. Em Londres 2012, a Seleção Brasileira caiu nas quartas de final, quando foi derrotada pela Rússia, por 3 sets a 2. Em Pequim 2008, a equipe ficou na sexta colocação, após perder a disputa do quinto lugar para a China.
Gazeta Esportiva
12/09/2016
Marquinhos lidera vitoria do Brasil sobre o Irã no basquete em cadeiras de rodas

A seleção brasileira masculina de basquete em cadeiras de rodas conquistou hoje (11) uma vitória importante contra a equipe do Irã. O público que lotou a Arena Olímpica do Rio incentivou o tempo todo os jogadores. Com placar de 73 a 50, os brasileiros alcançaram a segunda vitória em quatro jogos – a outra foi contra a Argélia. O Brasil perdeu na estreia contra os Estados Unidos e ontem contra a Grã Bretanha.
Mais uma vez, o maior pontuador da partida foi o jogador Marcos Cândido Sanches, o Marquinho, com 25 cestas. "Fico feliz que contribuí com todo mundo", disse sorridente.
Para Marquinho, o time conseguiu encaixar o jogo e a perspectiva é manter este nível: "Se a gente conseguir passar para as quartas, não tem favorito nas quartas. Já enfrentamos várias potências em amistosos e ganhamos. Não quer dizer que a gente vai ganhar, mas nas quartas não tem favorito".
Para o jogador Amauri Alves Viana, o ponto alto da partida de hoje foi o desempenho da defesa. "A nossa defesa foi muito agressiva e não deu tempo deles nem espirrarem. É isso que todo mundo faz e hoje os 12 estavam encaixados e foi isso que nos levou à vitória", contou.

Rio de Janeiro - os jogadores Paulo César Santos, Amauri Viana e Leandro de Miranda comemoram a vitória sobre o IrãCristina Índio do Brasil/Agência Brasil
O treinador Tiago Frank disse que para cada time o Brasil está usando uma tática diferente, conforme as avaliações preliminares que a equipe técnica faz dos adversários. "A defesa hoje era a nossa prioridade. Os iranianos tinham uma vantagem na imposição física, jogadores grandes e chutadores que buscam espaço em cima de jogadores mais baixos para arremessar, então, não deixamos eles se posicionarem e gostarem do jogo, afinal, estamos no Brasil e aqui quem está confortável somos nós brasileiros", afirmou.
Leandro de Miranda, o segundo maior pontuador da seleção brasileira no jogo deste domingo, destacou que o mais importante foi a união da equipe, que mesmo tendo dormido tarde por causa da partida com os britânicos ontem à noite, conseguiu manter o foco. "Chegamos ontem na Vila [dos Atletas] quase meia noite e fomos dormir praticamente às duas da manhã com um jogo hoje às três da tarde. Então, o nome de hoje para mim se chama superação", apontou.
Amanhã a seleção brasileira volta à quadra para jogar contra a Alemanha que, de acordo com o treinador, é um adversário forte e extremamente disciplinado taticamente. Tiago, no entanto, acredita na vitória do Brasil: "Sair com um resultado positivo para colocar a equipe como terceira colocada na chave é importante".
O técnico contou ainda que, para que os atletas mantenham o foco nas partidas, que têm pequenos intervalos, pedeiu a todos que evitassem usar as redes sociais. "A gente conversou ontem à noite a respeito deles desacelerarem, procurarem dormir mais cedo, deixar de lado temporariamente as redes sociais porque, à noite, isso pode tomar muita energia do atleta. Eles corresponderam muito bem", disse.
Alessandro Silva fatura ouro no lançamento de disco
O atleta Alessandro Silva conquistou hoje (12) a medalha de ouro no lançamento de disco na Classe F11 (cego total) da Paralimpíada 2016. Com a marca de 43,06, ele também bateu o recorde paraolímpico do esporte.
A marca recorde anterior era do espanhol Alfonso Lopez-Fidalgo, de 44.44m, atingida em Madri, em 1998.
O segundo lugar e a medalha de prata foram para o italiano Oney Tapia, com a marca de 40,89m, e o bronze foi para o espanhol David Casinos Sierra, com 38,58 m.
A marca recorde anterior era do espanhol Alfonso Lopez-Fidalgo, de 44.44m, atingida em Madri, em 1998.
O segundo lugar e a medalha de prata foram para o italiano Oney Tapia, com a marca de 40,89m, e o bronze foi para o espanhol David Casinos Sierra, com 38,58 m.
11/09/2016
Brasil vence Turquia no Futebol de 5 e segue invicto nas Paralimpíadas
A seleção brasileira de futebol 5, para atletas com deficiência visual, segue invicta em Paralimpíadas. Desde que a modalidade foi criada nos Jogos de Atenas-2004, na Grécia, o Brasil nunca perdeu e desta vez não foi diferente. Ao contrário da estreia, quando teve de virar sobre o Marrocos por 3 a 1, os brasileiros venceram a Turquia com tranquilidade por 2 a 0 – gols de Ricardinho e Cássio (em cobrança de pênalti) -, neste domingo, pela segunda rodada do Grupo A da Paralimpíada do Rio-2016.
Com seis pontos, o Brasil já está classificado antecipadamente às semifinais. Na terceira e última rodada, nesta terça-feira, às 9 horas, a seleção enfrenta o Irã, na Quadra 1 do Centro Olímpico de Tênis, que foi adaptada para receber o piso do futebol de 5. No Grupo B, ainda indefinido, estão Argentina, China, México e Espanha. Em Londres-2012, o Brasil foi ouro ao vencer a França, que nem se classificou para o Rio-2016.
No basquete de cadeiras de rodas, o time masculino do Brasil se recuperou da derrota de sábado para a Grã-Bretanha. Neste domingo, novamente com a arquibancada lotada da Arena Carioca 1, os brasileiros derrotaram com facilidade o Irã por 73 a 50, pela quarta rodada do Grupo B.
O próximo compromisso do Brasil ainda pela fase de grupos será diante da Alemanha, nesta segunda-feira, às 21h45, na Arena Olímpica do Rio. A seleção nacional tem duas vitórias e duas derrotas.
No goalball, esporte jogado por pessoas com deficiência visual, o Brasil teve uma vitória esmagadora com os homens neste domingo. A seleção nacional fez 12 a 2 na Argélia e ganhou a segunda em dois jogos na Paralimpíada do Rio-2016.
Já o tênis em cadeira de rodas do Brasil encerrou neste domingo a participação nos Jogos Paralímpicos com grande evolução em comparação a edições anteriores, mesmo sem ganhar qualquer medalha, e fechou este ciclo com marcas importantes como o aumento na participação feminina e na categoria Quad.
A pernambucana Natalia Mayara, que se tornou a primeira atleta brasileira do tênis em cadeira de rodas a participar de uma Paralimpíada em Londres-2012, se tornou no Rio-2016 a primeira brasileira a vencer uma partida e teve chances contra uma das principais favoritas, a britânica Jordanna Whiley, cabeça de chave 3.
Com seis pontos, o Brasil já está classificado antecipadamente às semifinais. Na terceira e última rodada, nesta terça-feira, às 9 horas, a seleção enfrenta o Irã, na Quadra 1 do Centro Olímpico de Tênis, que foi adaptada para receber o piso do futebol de 5. No Grupo B, ainda indefinido, estão Argentina, China, México e Espanha. Em Londres-2012, o Brasil foi ouro ao vencer a França, que nem se classificou para o Rio-2016.
No basquete de cadeiras de rodas, o time masculino do Brasil se recuperou da derrota de sábado para a Grã-Bretanha. Neste domingo, novamente com a arquibancada lotada da Arena Carioca 1, os brasileiros derrotaram com facilidade o Irã por 73 a 50, pela quarta rodada do Grupo B.
O próximo compromisso do Brasil ainda pela fase de grupos será diante da Alemanha, nesta segunda-feira, às 21h45, na Arena Olímpica do Rio. A seleção nacional tem duas vitórias e duas derrotas.
No goalball, esporte jogado por pessoas com deficiência visual, o Brasil teve uma vitória esmagadora com os homens neste domingo. A seleção nacional fez 12 a 2 na Argélia e ganhou a segunda em dois jogos na Paralimpíada do Rio-2016.
Já o tênis em cadeira de rodas do Brasil encerrou neste domingo a participação nos Jogos Paralímpicos com grande evolução em comparação a edições anteriores, mesmo sem ganhar qualquer medalha, e fechou este ciclo com marcas importantes como o aumento na participação feminina e na categoria Quad.
A pernambucana Natalia Mayara, que se tornou a primeira atleta brasileira do tênis em cadeira de rodas a participar de uma Paralimpíada em Londres-2012, se tornou no Rio-2016 a primeira brasileira a vencer uma partida e teve chances contra uma das principais favoritas, a britânica Jordanna Whiley, cabeça de chave 3.
Claudiney dos Santos conquista ouro no lançamento de disco
Claudiney Batista dos Santos conquistou a medalha de ouro no lançamento de disco da classe F56. Ele atingiu a marca de 45 metros e 33 centímetros. Esta é a quarta medalha de ouro do Brasil nos Jogos.
Alireza Galeh Nazzeri, do Irã, ficou com a prata e o cubano Leonardo Diaz, com a medalha de bronze.

Claudiney dos Santos conquista ouro no lançamento de disco da classe F56Reuters/Jason Cairnduff/Direitos Reservados
Kovan Abdulraheem conquista a primeira medalha de ouro para o Iraque nas paralímpiadas

Na manhã deste domingo (11), Kovan Abdulraheem foi ouro no lançamento de dardo. Além da medalha, o atleta iraquiano caiu nas graças da torcida.
O público do Engenhão foi ao delírio neste domingo (11). Apesar de não ter brasileiro competindo na prova, a torcida escolheu o iraniano, Kovan Abdulraheem, como seu favorito. O atleta, por sua vez, não decepcionou.
Em sua terceira tentativa, o competidor do Iraque atingiu 42.85m, assumindo, de vez, a primeira colocação geral. Contente com o resultado, Kovan dançou e ‘plantou bananeira’ em pleno estádio olímpico.
Aldulraheem foi ouro com sua melhor marca pessoal: 42.85m. O pódio do lançamento de dardo, categoria F41, teve Wildan Nukhailawi, também do Iraque, com a medalha de prata e Pengxiang Sun, da China, com o bronze.
Ao final da competição, o competidor paralímpico foi em direção à torcida, que vibrava simultaneamente.
21/08/2016
EUA vencem Sérvia e faturam o tricampeonato olímpico no basquete
Deu a lógica na final do torneio olímpico de basquete masculino. A forte seleção dos Estados Unidos atropelou a Sérvia por 96 a 66 e garantiu a medalha de ouro nas Olimpíadas do Rio de Janeiro, que representou o tricampeonato consecutivo. O grande nome do jogo foi Kevin Durant, que anotou 30 pontos.
A partida começou equilibrada, com a Sérvia fazendo jogo duro com os Estados Unidos. Os sérvios fizeram os primeiros pontos, em bola de três de Milan Macvan. A resposta norte-americana veio com DeAndre Jordan e Klay Thompson. As duas equipes passaram a se alternar na pontuação, sem que alguma delas abrisse larga vantagem. Os EUA apertaram o ritmo nos instantes finais do primeiro quarto e venceram por 19 a 15, com a última cesta, de três pontos, feita por Kevin Durant.
Os Estados Unidos mantiveram o ritmo forte desde o início no segundo período e logo foram abrindo vantagem, com cesta de Paul George. Sem conseguir jogar, errando tanto defensiva quando ofensivamente, a Sérvia viu os norte-americanos desfilarem em quadra e abrirem 33 a 20 após enterrada de Kevin Durant. Os EUA não se acomodaram com a diferença de pontos e mantiveram a intensidade. Com show de Durant, os atuais bicampeões olímpicos fecharam o quarto por 33 a 14 e foram para o intervalo vencendo por 52 a 29.
O domínio norte-americano se manteve no terceiro quarto. Sem se acomodar, os Estados Unidos seguiram pontuando. Carmelo Anthony, Kevin Durant, Klay Thompson, DeAndre Jordan, Paul George e DeMarcus Cousins aumentaram a vantagem e garantiram o tricampeonato olímpico com uma parcial de antecipação. Os EUA venceram o período por 27 a 14 e foram para os últimos dez minutos de jogo ganhando por 79 a 43.
Com a partida ganha e a medalha de ouro garantida, os Estados Unidos pouparam seus principais jogadores no quarto período. Foi a vez de dar a oportunidade aos atletas menos utilizados nas Olimpíadas, como Kyle Lowry, DeMar DeRozan, Draymond Green, Jimmy Butler, Paul George, DeMarcus Cousins e Harrison Barnes.
Gazeta Esportiva
A partida começou equilibrada, com a Sérvia fazendo jogo duro com os Estados Unidos. Os sérvios fizeram os primeiros pontos, em bola de três de Milan Macvan. A resposta norte-americana veio com DeAndre Jordan e Klay Thompson. As duas equipes passaram a se alternar na pontuação, sem que alguma delas abrisse larga vantagem. Os EUA apertaram o ritmo nos instantes finais do primeiro quarto e venceram por 19 a 15, com a última cesta, de três pontos, feita por Kevin Durant.
Os Estados Unidos mantiveram o ritmo forte desde o início no segundo período e logo foram abrindo vantagem, com cesta de Paul George. Sem conseguir jogar, errando tanto defensiva quando ofensivamente, a Sérvia viu os norte-americanos desfilarem em quadra e abrirem 33 a 20 após enterrada de Kevin Durant. Os EUA não se acomodaram com a diferença de pontos e mantiveram a intensidade. Com show de Durant, os atuais bicampeões olímpicos fecharam o quarto por 33 a 14 e foram para o intervalo vencendo por 52 a 29.
O domínio norte-americano se manteve no terceiro quarto. Sem se acomodar, os Estados Unidos seguiram pontuando. Carmelo Anthony, Kevin Durant, Klay Thompson, DeAndre Jordan, Paul George e DeMarcus Cousins aumentaram a vantagem e garantiram o tricampeonato olímpico com uma parcial de antecipação. Os EUA venceram o período por 27 a 14 e foram para os últimos dez minutos de jogo ganhando por 79 a 43.
Com a partida ganha e a medalha de ouro garantida, os Estados Unidos pouparam seus principais jogadores no quarto período. Foi a vez de dar a oportunidade aos atletas menos utilizados nas Olimpíadas, como Kyle Lowry, DeMar DeRozan, Draymond Green, Jimmy Butler, Paul George, DeMarcus Cousins e Harrison Barnes.
Gazeta Esportiva
20/08/2016
Brasil vence a Alemanha nos pênaltis e conquista ouro inédito no futebol masculino
Foi o ouro da redenção. Depois de empate por 1 a 1, o Brasil venceu Alemanha nos pênaltis por 5 a 4 e conquistou o inédito título de campeão no futebol na Olímpiada. Foi de Neymar a última cobrança, depois da bela defesa de Weverton no chute de Petersen, a única falha alemã na partida. O camisa 10 chutou, o Maracanã explodiu e ele desabou ali mesmo, na marca do pênalti. Chorou muito, foi abraçado por todos os jogadores e desabafou na saída de campo: "É uma das coisas mais felizes que aconteceram na minha vida. Agora vão ter que me engolir". O choro e o desabafo foram resultado de uma pressão enorme que Neymar carregou nas costas. Apesar disso, ele foi decisivo. Marcou o primeiro gol do jogo, em cobrança perfeita de falta no primeiro tempo. E, no final, teve frieza para acertar a última cobrança e amenizar um pouco a dor do 7 a 1, ainda tão presente na vida dos brasileiros.
EUA derrota Espanha e fatura o ouro no basquete feminino
Se a seleção feminina dos Estados Unidos joga basquete, todos os outros times do mundo jogam um esporte parecido, mas não o mesmo. A diferença de nível técnico é gritante e ficou clara neste sábado à tarde, na Arena Carioca 1, na final olímpica do Rio-2016. A americanas atropelaram um bom time da Espanha por 101 a 72 para conquistarem o sexto ouro olímpico consecutivo.
Desde que o basquete feminino é modalidade olímpica, as americanas só não ganharam em três edições dos Jogos: na estreia em 1976 (perderam a final da União Soviética), em 1980 (Olimpíada que os EUA boicotaram) e 1992 (caíram diante da campeã Comunidade dos Estados
Americanas põe centenária na Espanha e levam sexto ouro seguido
Independentes, resquício da União Soviética, na semifinal). Em Mundiais, perderam a edição de 2006 para a Austrália e a de 1994 para o Brasil.
Em Jogos Olímpicos, desde Atlanta-1996, ninguém ganha dos EUA, que também subiu ao topo do pódio na modalidade com as mulheres em Sydney-2000, Atenas-2004, Pequim-2008 e Londres-2012. Mas, em nenhum momento da história a vantagem sobre todo o resto foi tão grande. Na final do Rio-2016, o time americano pela segunda vez ultrapassou a barreira dos 100 pontos em uma decisão. Em 1996, fez 111, mas levou 87 do Brasil.
SEM RESISTÊNCIA
Desta vez, a Espanha quase não impôs resistência. Sem saber como furar a defesa das norte-americanas e com a mão descalibrada mesmo em arremessos sem marcação, as espanholas foram para o intervalo com aproveitamento de menos de 25% das bolas de dois pontos. Na segunda metade da partida, com o time dos Estados Unidos relaxado, essa estatística chegou a 40%.
Desta vez, a Espanha quase não impôs resistência. Sem saber como furar a defesa das norte-americanas e com a mão descalibrada mesmo em arremessos sem marcação, as espanholas foram para o intervalo com aproveitamento de menos de 25% das bolas de dois pontos. Na segunda metade da partida, com o time dos Estados Unidos relaxado, essa estatística chegou a 40%.
Com 17 pontos, Diana Taurasi foi a principal jogadora americana, acertando cinco bolas de três pontos. Lindsay Whalen entrou bem no fim da partida e, em apenas 15 minutos, fez também 17 pontos. Pela Espanha, destaque para Domínguez, que anotou uma cesta do meio da quadra no fim do terceiro quarto, e a Alaba Torres.
PLACAR FÁCIL
A partida também escancarou a discrepância entre o basquete masculino e feminino. Enquanto o jogo de domingo entre EUA e Sérvia, pela decisão dos homens, é tratado como de "alta demanda" pela organização do Rio-2016, cerca de metade dos assentos da Arena Carioca 1 estavam vazios para o duelo entre EUA e Espanha neste sábado.
A partida também escancarou a discrepância entre o basquete masculino e feminino. Enquanto o jogo de domingo entre EUA e Sérvia, pela decisão dos homens, é tratado como de "alta demanda" pela organização do Rio-2016, cerca de metade dos assentos da Arena Carioca 1 estavam vazios para o duelo entre EUA e Espanha neste sábado.
No portão do Parque Olímpico, muita gente oferecia ingressos. Eram, em sua maioria, brasileiros desinteressados em uma final que não envolve o Brasil. Mesmo os americanos eram poucos no ginásio neste sábado. Não mais do que 30 bandeiras dos EUA foram vistas na arquibancadas - o torcedores americanos costumam carregar pelo menos uma bandeira por grupo e, por isso, são facilmente reconhecíveis.
Arlen López leva o ouro no boxe 75 kg da Rio-2016
O cubano Arlen López levou a medalha de ouro da divisão de 75 kg do boxe na Rio-2016 ao derrotar neste sábado por decisão unânime o uzbeque Bektemir Melikuziev, dando a seu país o terceiro título desta disciplina.
A medalha de prata ficou com Melikuziev e os bronzes foram para o azeri Kamran Shakhsuvarly e o mexicano Misael Ródriguez.
A medalha de prata ficou com Melikuziev e os bronzes foram para o azeri Kamran Shakhsuvarly e o mexicano Misael Ródriguez.
Estados Unidos vence a Holanda e leva o bronze no vôlei feminino da Rio-2016
Os Estados Unidos ficaram com o bronze no voleibol feminino dos Jogos do Rio-2016 ao vencer a Holanda neste sábado por 3-1, uma vitória com sabor um pouco amargo para uma equipe acostumada às finais.
As americanas venceram com parciais 25-23, 25-27, 25-22 e 25-19, fechando sua participação em um voleibol olímpico em que destronaram as rainhas brasileiras.
As novas campeãs sairão de uma final inédita entre China e Sérvia.
As americanas venceram com parciais 25-23, 25-27, 25-22 e 25-19, fechando sua participação em um voleibol olímpico em que destronaram as rainhas brasileiras.
As novas campeãs sairão de uma final inédita entre China e Sérvia.
Robeisy Ramírez conquista o ouro no boxe olimpico ate 56 kg
O cubano Robeisy Ramírez conquistou a medalha de ouro nos 51 kg do Jogos do Rio-2016 ao vencer neste sábado em uma decisão apertada o jovem americano Shakur Stevenson.
Ramírez conquistou seu segundo ouro olímpico depois do que ganhou em Londres-2012.
Stevenson ficou com a medalha de prata e os bronzes foram para o russo Vladimir Nikitin e o uzbeque Murodjon Akhmadaliev.
Ramírez conquistou seu segundo ouro olímpico depois do que ganhou em Londres-2012.
Stevenson ficou com a medalha de prata e os bronzes foram para o russo Vladimir Nikitin e o uzbeque Murodjon Akhmadaliev.
Nigéria sofre, mas vence Honduras e fatura o bronze no futebol masculino
A seleção da Nigéria de futebol masculino derrotou Honduras por 3-2, neste sábado no Mineirão, e garantiu a medalha de bronze dos Jogos Olímpicos Rio-2016.
Sadiq Umar, com dois gols (34 e 56 minutos), e Aminu Umar (49), foram os responsáveis por deixar a equipe africana em grande vantagem no placar. Anthony Lozano (71) e Marcelo Pereira (86) diminuíram para Honduras.
Com a vitória e a medalha de bronze, as ‘Águias Verdes’ somam mais um pódio em Jogos Olímpicos, depois do ouro em Atlanta-1996 e a prata em Pequim-2008.
A disputa pela medalha de ouro nos Jogos Rio-2016 acontecerá ainda neste sábado no Maracanã entre Brasil e Alemanha.
Sadiq Umar, com dois gols (34 e 56 minutos), e Aminu Umar (49), foram os responsáveis por deixar a equipe africana em grande vantagem no placar. Anthony Lozano (71) e Marcelo Pereira (86) diminuíram para Honduras.
Com a vitória e a medalha de bronze, as ‘Águias Verdes’ somam mais um pódio em Jogos Olímpicos, depois do ouro em Atlanta-1996 e a prata em Pequim-2008.
A disputa pela medalha de ouro nos Jogos Rio-2016 acontecerá ainda neste sábado no Maracanã entre Brasil e Alemanha.
19/08/2016
Sérvia vence a Austrália com facilidade e se garante na final do basquete masculino
O Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro terão um finalista inédito no basquete masculino. Nesta sexta-feira, a Sérvia enfrentou a Austrália na Arena Carioca 1, pelas semifinais do torneio, e não deu chances para os adversários, vencendo por 87 a 61 e garantindo a vaga para a decisão das Olimpíadas pela primeira vez após a desintegração da Iugoslávia. Na final, os sérvios enfrentarão os Estados Unidos, reeditando o confronto do último mundial, em 2014.
Apesar da expectativa de um duelo equilibrado, a Sérvia teve o domínio da partida desde os primeiros minutos, se aproveitando principalmente da boa defesa e da ineficiência ofensiva da Austrália, que encerrou o primeiro quarto com míseros cinco pontos anotados. Com isso, a seleção europeia abriu boa vantagem e não teve dificuldades para fechar a partida, que se mostrou definida já ao fim do terceiro quarto.
O grande cestinha da partida foi o armador Milos Teodosic, que fez anotou 22 pontos e cinco assistências. Outro a se destacar pela Sérvia foi o armador Stefan Markovic, com 14 pontos e também cinco assistências. Pelo lado da Austrália, os maiores pontuadores foram o armador Patty Mills e o ala-pivô Brock Motum, com 13 pontos anotados.
A Sérvia chega a sua primeira final no basquete olímpico, já que participou da decisão apenas quando era integrada à Iugoslávia. Os sérvios enfrentarão os Estados Unidos, que buscam a 15ª medalha de ouro de sua história.
Já a Austrália vai para a disputa do bronze, em busca da primeira medalha de sua história no basquete olímpico masculino. O adversário será a Espanha, às 11h30 do próximo domingo, na Arena Carioca 1.
A grande decisão entre Sérvia e Estados Unidos está marcada para o próximo domingo, às 15h45, na Arena Carioca 1. O confronto será a reedição da final do último Mundial de basquete, em 2014, na Espanha, que foi vencida pela seleção norte-americana por 129 a 92.
Gazeta Esportiva
Apesar da expectativa de um duelo equilibrado, a Sérvia teve o domínio da partida desde os primeiros minutos, se aproveitando principalmente da boa defesa e da ineficiência ofensiva da Austrália, que encerrou o primeiro quarto com míseros cinco pontos anotados. Com isso, a seleção europeia abriu boa vantagem e não teve dificuldades para fechar a partida, que se mostrou definida já ao fim do terceiro quarto.
O grande cestinha da partida foi o armador Milos Teodosic, que fez anotou 22 pontos e cinco assistências. Outro a se destacar pela Sérvia foi o armador Stefan Markovic, com 14 pontos e também cinco assistências. Pelo lado da Austrália, os maiores pontuadores foram o armador Patty Mills e o ala-pivô Brock Motum, com 13 pontos anotados.
A Sérvia chega a sua primeira final no basquete olímpico, já que participou da decisão apenas quando era integrada à Iugoslávia. Os sérvios enfrentarão os Estados Unidos, que buscam a 15ª medalha de ouro de sua história.
Já a Austrália vai para a disputa do bronze, em busca da primeira medalha de sua história no basquete olímpico masculino. O adversário será a Espanha, às 11h30 do próximo domingo, na Arena Carioca 1.
A grande decisão entre Sérvia e Estados Unidos está marcada para o próximo domingo, às 15h45, na Arena Carioca 1. O confronto será a reedição da final do último Mundial de basquete, em 2014, na Espanha, que foi vencida pela seleção norte-americana por 129 a 92.
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