06/06/2014

Nadal vence Murray e vai à final em Paris

 O espanhol Rafael Nadal continua impossível em Roland Garros. Nesta sexta-feira, ele anotou sua 33ª vitória seguida no torneio ao bater o britânico Andy Murray em sets diretos, com placar final de 6/3, 6/2 e 6/1, depois de 1h40 de partida. Em sua 20ª final de Grand Slam, ele medirá forças com o sérvio Novak Djokovic, que além do título inédito também jogará pelo número 1.

A decisão deste domingo não apenas definirá o campeão de 2014 do torneio francês como também o líder do ranking. O sérvio vai para sua segunda final em Roland Garros e tenta fechar o Slam de carreira. Do outro lado, o canhoto de Mallorca tem oito títulos em oito finais e busca ser o primeiro na história a vencer cinco vezes seguidas em Paris.

Na final, Nadal vai tentar dar o troco em Djokovic, que recentemente levou a melhor sobre ele na final do Masters 1000 de Roma. Neste ano, o sérvio também venceu a final do Masters 1000 de Miami e não perde para Nadal desde a decisão do US Open de 2013, somando quatro triunfos seguidos. Em Roland Garros foram dois embates e em ambos o espanhol se deu melhor.

Mesmo tendo já oito conquistas no saibro parisiense, Nadal tem quatro títulos como maior sequência. Curiosamente, o Aberto francês é o único dos quatro principais torneios do circuito que não viu um mesmo campeão em cinco edições seguidas. O espanhol tentará igualar os 14 títulos do norte-americano Pete Sampras, segundo maior vencedor de Slam, atrás apenas do suíço Roger Federer.

A semifinal contra Murray foi mais tranquila do que se imaginava. Em busca de sua primeira vitória sobre Nadal no saibro e sua primeira final da carreira sobre este piso, o britânico se mostrou apagado dentro de quadra e foi presa fácil para o líder do ranking, que logo de cara abriu 3/0 no primeiro set. Ele precisou apenas administrar a vantagem até o fim para largar na frente.

No segundo set, o britânico levou um game a mais para perder o saque, mas também acabou sofrendo mais uma quebra antes de ver Nadal ampliar a vantagem no placar. Murray continuou apático no terceiro e apenas teve alguns poucos momentos de inspiração. Eles não foram suficientes e o espanhol tratou de concretizar mais dois break-points e fechar o jogo em parciais diretas.

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