O Sporting de Braga bateu hoje o Estoril (3-2), num jogo na quarta jornada da I Liga de futebol com tanto de polêmico como de emocionante e que ficou marcado por uma péssima arbitragem de João Capela.

O árbitro de Lisboa fica indelevelmente ligado ao resultado, porque cometeu demasiados e graves erros, mas, apesar disso, o jogo teve qualidade e desfecho imprevisível até ao final, com o Estoril, mesmo a jogar com nove jogadores (contra dez do Braga), a tentar chegar ao empate, tendo Evandro desperdiçado uma grande oportunidade no último segundo de jogo.
Depois de duas derrotas seguidas que deixaram marcas na equipa (com o Pandurii, que ditou o afastamento da Liga Europa, e depois com o Gil Vicente, na última jornada), o Braga regressou aos triunfos, mas a defesa dos minhotos voltou a mostrar debilidades.
Aproveitando a passividade defensiva do Braga, o Estoril detinha a iniciativa de jogo e, aos 15 minutos, Baiano derrubou Evandro quando este seguia para a baliza, mas ainda fora da área.
João Capela ajuizou bem disciplinarmente, expulsando o defesa direito, mas mal tecnicamente, porque assinalou grande penalidade, que Evandro converteu com serenidade.
Em vantagem no marcador e no número de jogadores, aconteceu ao Estoril o mesmo que ao Braga em Barcelos: passou a jogar pior a partir do momento em que se viu em superioridade numérica.
Como que se sentindo injustiçado, o Braga lançou-se com muito querer em busca do empate e conseguiu-o, aos 32 minutos, num grande golo de Alan, que rematou de primeira, com potência e colocação, após um excelente trabalho de Éder pela esquerda.
Aos 52 minutos, Éder fugiu pela esquerda e foi derrubado por Yohan Tavares, ainda fora da área, mas João Capela voltou a errar, desta vez duplamente: marcou grande penalidade e expulsou mal o defesa central estorilista.
Alan fez o seu segundo golo e colocou a equipa da casa em vantagem (54).
Dez minutos depois, nova expulsão na equipa ''canarinha'', mas desta vez o árbitro cumpriu as regras, já que, ao querer soltar-se de Pardo, Gerso, que tinha entrado pouco antes, atingiu-o com o cotovelo na cara.
Aos 66 minutos, Éder primeiro e Pardo depois desperdiçaram uma excelente oportunidade para dilatar o marcador, mas Custódio não perdoou, aos 74, coroando o seu regresso à equipa com um golo de cabeça, após livre de Tomás Dabó.
O Estoril não baixou os braços e ainda conseguiu reduzir, por Sebá, após bom passe de Luís Leal (86). Até ao final, esteve muito perto do empate por duas ocasiões, primeiro por João Pedro, com Santos a cortar milagrosamente sobre a linha de gol, e depois por Evandro, que em excelente posição já não teve forças para concluir (90+4).
Depois de duas derrotas seguidas que deixaram marcas na equipa (com o Pandurii, que ditou o afastamento da Liga Europa, e depois com o Gil Vicente, na última jornada), o Braga regressou aos triunfos, mas a defesa dos minhotos voltou a mostrar debilidades.
Aproveitando a passividade defensiva do Braga, o Estoril detinha a iniciativa de jogo e, aos 15 minutos, Baiano derrubou Evandro quando este seguia para a baliza, mas ainda fora da área.
João Capela ajuizou bem disciplinarmente, expulsando o defesa direito, mas mal tecnicamente, porque assinalou grande penalidade, que Evandro converteu com serenidade.
Em vantagem no marcador e no número de jogadores, aconteceu ao Estoril o mesmo que ao Braga em Barcelos: passou a jogar pior a partir do momento em que se viu em superioridade numérica.
Como que se sentindo injustiçado, o Braga lançou-se com muito querer em busca do empate e conseguiu-o, aos 32 minutos, num grande golo de Alan, que rematou de primeira, com potência e colocação, após um excelente trabalho de Éder pela esquerda.
Aos 52 minutos, Éder fugiu pela esquerda e foi derrubado por Yohan Tavares, ainda fora da área, mas João Capela voltou a errar, desta vez duplamente: marcou grande penalidade e expulsou mal o defesa central estorilista.
Alan fez o seu segundo golo e colocou a equipa da casa em vantagem (54).
Dez minutos depois, nova expulsão na equipa ''canarinha'', mas desta vez o árbitro cumpriu as regras, já que, ao querer soltar-se de Pardo, Gerso, que tinha entrado pouco antes, atingiu-o com o cotovelo na cara.
Aos 66 minutos, Éder primeiro e Pardo depois desperdiçaram uma excelente oportunidade para dilatar o marcador, mas Custódio não perdoou, aos 74, coroando o seu regresso à equipa com um golo de cabeça, após livre de Tomás Dabó.
O Estoril não baixou os braços e ainda conseguiu reduzir, por Sebá, após bom passe de Luís Leal (86). Até ao final, esteve muito perto do empate por duas ocasiões, primeiro por João Pedro, com Santos a cortar milagrosamente sobre a linha de gol, e depois por Evandro, que em excelente posição já não teve forças para concluir (90+4).
Nenhum comentário:
Postar um comentário
seja o primeiro a comentar