12/05/2013

Criciúma vence Chapecoense por 2 a 0 no primeiro jogo das finais


Com dois gols de Marcel, o Criciúma venceu a Chapecoense por 2 a 0 neste domingo (12), no Heriberto Hülse, no primeiro jogo das finais do Catarinense 2013. A decisão ocorre no próximo domingo, dia 19, na Arena Condá, em Chapecó. Um empate na próxima partida dá o título ao Tigre, que também fica com a taça se perder por um gol de diferença ou, claro, se vencer. A Chape precisa ganhar por três ou mais gols de diferença para ser campeã. Vitória do time de Chapecó por dois gols de diferença leva a decisão para os pênaltis.
Fernando Ribeiro/Divulgação
Fernando Ribeiro/Divulgação
Marcel apareceu na hora da decisão e deixou dois gols

Foi o confronto do time que mais fez gols (45) no Catarinense 2013 contra a equipe que menos tomou (18). Mas os primeiros 15 minutos de partida não se resumiram simplesmente ao ataque do Criciúma contra a defesa da Chapecoense. Sim, o Tigre partiu para cima logo que soou o apito inicial. Mas a equipe de Chapecó mostrou que estava preparada para a pressão. Não só marcou bem como levou mais perigo ao gol de Bruno, em dois escanteios e uma cobrança de falta, do que o Tigre à meta de Nivaldo.
Isso até os 15, quando, de cinco em cinco minutos, até os 30, ocorreram os principais lances de toda a partida. O primeiro, exatamente aos 15, teve Lins chutando da entrada da área, e Nivaldo espalmando para a esquerda. Na sequência, Marcel pegou o rebote e levantou no segundo pau. Fabinho Gaúcho tirou, de cabeça, quase embaixo da trave. Era o primeiro sinal que a organização coletiva da Chapecoense poderia sucumbir às jogadas individuais do Criciúma.
Aos 20, sucumbiu. Suéliton recebeu na ponta direita e deu uma sequência de fintas e dribles em Fabinho Gaúcho, incluindo bola entre as pernas. Aliás, o erro da Chape foi justamente ter deixado Fabinho Gaúcho sem cobertura, no mano a mano com o lateral-direito do Criciúma, o maior driblador do Catarinense 2013. Depois de entortar o marcador, Suéliton chutou forte no primeiro pau. Nivaldo tentou cortar, mas soltou a bola, que amorteceu na barriga de Marcel e sobrou limpa para o camisa 9, quase dentro do gol, tocar para dentro: Criciúma 1 a 0.
Aos 25, a resposta da Chapecoense. Fabinho Alves arrancou pela direita, entrou na área e chutou cruzado. A bola veio rasteira, bateu no pé da trave e só não voltou para Fabinho porque Páscoa, e depois Ferraz, fizeram o corte e saíram jogando.
Aos 30, o segundo gol do Tigre, que foi parecido com o primeiro. Suéliton recebeu na direita, chutou forte, e Nivaldo deu rebote. Marcel, surpreendentemente rápido e ágil para um atleta de 1m87cm e 90 quilos, apareceu no meio de três defensores da Chape e deu um voleio para meter a bola para dentro mais uma vez.
Depois do segundo gol, a Chapecoense pressionou nos 15 minutos finais da etapa, mas sem resultado. No segundo tempo, a mesma coisa. Os visitantes foram em busca do gol, mas deixaram claro porque são melhores em defender do que em atacar. Já o Criciúma, mesmo jogando menos que no primeiro tempo, explorou os contra-ataques e esteve mais perto do terceiro gol do que a Chape de seu primeiro.
A melhor chance da etapa ocorreu aos 19. Lins recebeu pelo meio da defesa e arrancou livre em direção ao gol. Mas adiantou demais a bola. Nivaldo saiu bem e fez o corte usando o pé.

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