Disposto a apagar a eliminação na estreia da edição passada do Masters 1000 de Madri, Stan Wawrinka manteve o foco e cresceu nos momentos decisivos do jogo desta terça-feira contra o português João Sousa, 56º colocado, e venceu por 7/6 (7-1) e 7/5 em 1h32 de jogo.
Oitavo favorito e nono colocado no ranking, Wawrinka agora enfrenta o vencedor do jogo entre o búlgaro Grigor Dimitrov, 11º colocado, e o italiano Fabio Fognini, 31º.
Wawrinka tem histórico de duas vitórias e duas derrotas contra Dimitrov, tendo sido derrotado em rápidos 55 minutos no recente duelo em Monte Carlo. Diante de Fognini, o suíço tem quatro vitórias e uma derrota.
Quebrado no game inicial da partida, Wawrinka ficou atrás no placar durante todo o primeiro set, salvando mais um novo break point no sétimo game. A igualdade viria exatamente no momento em que Sousa sacava para fechar o primeiro set e pecou pelos erros não-forçados.
No tiebreak, Wawrinka foi dominante, sacou muito bem e deu o recado com uma pesada devolução a 168km/h, velocidade superior a muitos dos saques disparados durante a partida.
A parcial seguinte foi novamente equilibrada e os dois tenistas chegaram ao empate por 5/5 em pé de igualdade. Wawrinka contou com erros de seu adversário para conseguir a única quebra daquele set. Na sequência, o suíço teve o serviço ameaçado, mas conseguiu fechar o jogo em seu terceiro match point.
Wawrinka terminou a partida liderando a contagem de winners por 23 a 14, o que compensou uma pequena diferença no número de erros não-forçados, 30 contra 28 de João Sousa.
Durante o jogo, os dois tenistas chegaram a reclamar com o árbitro Fergus Murphy e com o supervisor Lars Graff por conta da luminosidade nos painéis publicitários de led no estádio Manolo Santana, principal quadra do complexo conhecido como Caixa Mágica.
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