O caldeirão ferveu. Entrou em ebulição como há muito não se via. Com a Ilha do Retiro em em chamas, lotada, pintada em vermelho e preto, o Sport se agigantou. Mesmo apresentando velhos erros das últimas rodadas, a equipe soube se superar. No grito da torcida e no embalo do apoio incondicional, conseguiu vencer o Figueirense, na tarde deste domingo, e quebrar, enfim, uma sequência de oito partidas sem vitória na competição. O gol rubro-negro foi marcado por Diego Souza, de pênalti, no segundo tempo, foi o principal responsável pelo reencontro com a vitória.
Gol que, diga-se de passagem, foi chorado. Na cobrança o meio-campista acertou a parte inferior do travessão. A bola ultrapassou a linha do gol por centímetros. A Ilha do Retiro desabou em alegria. Veio abaixo. Estremeceu como há muito não se via, nem se sentia. Era o grito do desabafo, do alívio. Com a vitória, o Leão chegou aos 40 pontos e conseguiu abrir seis pontos da zona de rebaixamento. O Sport volta a campo agora no próximo sábado, quando receberá o Flamengo, dessa vez atuando na Arena Pernambuco.
O jogo
A torcida fez a sua parte. Lotou às arquibancadas, deixou o estádio com clima de”caldeirão”. Antes mesmo de a bola começar a rolar, o apoio era maciço. Aos poucos, a empolgação foi dando lugar a ansiedade, a angústia, a irritação. O Leão não correspondeu no primeiro tempo. A saída de bola do Sport praticamente inexistiu com Ronaldo e Rithely. Tentativas de escapar pelas laterais esbarraram em Renê e Patric em tarde infeliz. Com o time pouco inspirado e frente a um retraído Figueirense, estava difícil atacar.
Pior seria se Pablo tivesse aberto o placar, quando recebeu grande passe de Mazola aos 6 minutos. A bola não entrou por centímetros. A resposta veio na única jogada lúcida da equipe. Aos 12, Ibson recebeu na área e o goleiro catarinense fez grande defesa. A etapa seguiu com o Sport com a posse de bola, com mais volume de jogo, porém sem conseguir o principal: finalizar. Paciente, a torcida aplaudiu o time na saída para o intervalo sem gols.
No segundo tempo, os erros persistiram. E a diferença veio da torcida. Fazendo o estádio um caldeirão, a equipe empurrou o time rumo à vitória. Funcionou. Aos 13, Patric por pouco não abre o placar. Na pressão, o Leão conseguiu abrir o placar aos 18 minutos. Ibson sofreu pênalti e Diego Souza abriu o placar. A Ilha do Retiro veio abaixo, estremeceu. O Sport ainda teve chance de ampliar com Joeliton e Diego Souza. Mas se agingantou mesmo foi na defesa, conseguindo segurar o “tudo ou nada” catarinense. Ao fim, aplausos aliviados na Ilha após o reencontro com a vitória.
FICHA técnica Sport 1 x 0 Figueirense
Sport: Magrão; Patric, Ewerton Páscoa, Durval e Renê; Ronaldo, Rithely, Ibson (Augusto), Danilo (Joelinton) e Felipe Azevedo; Diego Souza (Régis).
Técnico: Eduardo Baptista.
Figueirense: Tiago Volpi; Jefferson, Marquinhos, Thiago Heleno e Roberto Cereceda; França, Rivaldo (Léo Lisboa) e Marco Antônio; Pablo, Mazola (Clayton) e Marcão (Everaldo).
Técnico: Argel Fucks.
Local: Ilha do Retiro, no Recife.
Árbitro: Alinor Silva da Paixão (MT).
Assistentes: Paulo César Silva Faria (MT) e Márcia Bezerra Lopes Caetano (RO).
Gol: Diego Souza (aos 18’ do 2ºT) (SPT).
Cartões amarelos: Diego Souza, Ronaldo, Patric (SPT); França, Jefferson (FIG)
Gol que, diga-se de passagem, foi chorado. Na cobrança o meio-campista acertou a parte inferior do travessão. A bola ultrapassou a linha do gol por centímetros. A Ilha do Retiro desabou em alegria. Veio abaixo. Estremeceu como há muito não se via, nem se sentia. Era o grito do desabafo, do alívio. Com a vitória, o Leão chegou aos 40 pontos e conseguiu abrir seis pontos da zona de rebaixamento. O Sport volta a campo agora no próximo sábado, quando receberá o Flamengo, dessa vez atuando na Arena Pernambuco.
O jogo
A torcida fez a sua parte. Lotou às arquibancadas, deixou o estádio com clima de”caldeirão”. Antes mesmo de a bola começar a rolar, o apoio era maciço. Aos poucos, a empolgação foi dando lugar a ansiedade, a angústia, a irritação. O Leão não correspondeu no primeiro tempo. A saída de bola do Sport praticamente inexistiu com Ronaldo e Rithely. Tentativas de escapar pelas laterais esbarraram em Renê e Patric em tarde infeliz. Com o time pouco inspirado e frente a um retraído Figueirense, estava difícil atacar.
Pior seria se Pablo tivesse aberto o placar, quando recebeu grande passe de Mazola aos 6 minutos. A bola não entrou por centímetros. A resposta veio na única jogada lúcida da equipe. Aos 12, Ibson recebeu na área e o goleiro catarinense fez grande defesa. A etapa seguiu com o Sport com a posse de bola, com mais volume de jogo, porém sem conseguir o principal: finalizar. Paciente, a torcida aplaudiu o time na saída para o intervalo sem gols.
No segundo tempo, os erros persistiram. E a diferença veio da torcida. Fazendo o estádio um caldeirão, a equipe empurrou o time rumo à vitória. Funcionou. Aos 13, Patric por pouco não abre o placar. Na pressão, o Leão conseguiu abrir o placar aos 18 minutos. Ibson sofreu pênalti e Diego Souza abriu o placar. A Ilha do Retiro veio abaixo, estremeceu. O Sport ainda teve chance de ampliar com Joeliton e Diego Souza. Mas se agingantou mesmo foi na defesa, conseguindo segurar o “tudo ou nada” catarinense. Ao fim, aplausos aliviados na Ilha após o reencontro com a vitória.
FICHA técnica Sport 1 x 0 Figueirense
Sport: Magrão; Patric, Ewerton Páscoa, Durval e Renê; Ronaldo, Rithely, Ibson (Augusto), Danilo (Joelinton) e Felipe Azevedo; Diego Souza (Régis).
Técnico: Eduardo Baptista.
Figueirense: Tiago Volpi; Jefferson, Marquinhos, Thiago Heleno e Roberto Cereceda; França, Rivaldo (Léo Lisboa) e Marco Antônio; Pablo, Mazola (Clayton) e Marcão (Everaldo).
Técnico: Argel Fucks.
Local: Ilha do Retiro, no Recife.
Árbitro: Alinor Silva da Paixão (MT).
Assistentes: Paulo César Silva Faria (MT) e Márcia Bezerra Lopes Caetano (RO).
Gol: Diego Souza (aos 18’ do 2ºT) (SPT).
Cartões amarelos: Diego Souza, Ronaldo, Patric (SPT); França, Jefferson (FIG)
Público: 28.766
Renda:R$ 208.316,00
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