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Tenistas com propostas de jogo bastante distintas, Madison Keys e Caroline Wozniacki se enfrentam nas oitavas de final do US Open. Será um encontro inédito no circuito entre a agressiva americana de 21 anos e a regular dinamarquesa de 26 anos. Primeira a entrar em quadra, Wozniacki enfrentou o incomum estilo de Monica Niculescu. Pela sétima vez, a dinamarquesa encontrou soluções para lidar com os frequentes slices de forehand da adversária e venceu mais uma vez em sets diretos, com parciais de 6/3 e 6/1. Depois de entrar no US Open apenas como 74ª do mundo, a ex-líder já recupera 20 posições. Quebrada no game de abertura, Wozniacki buscou o empate na sequência. A dinamarquesa apostou em bolas altas e fundas para tentar manter o ritmo do jogo e contar com erros da rival até o fim do set. No início da segunda parcial, a ex-número 1 entrou mais na quadra e agrediu nas devoluções pasra obter duas importantes quebras. Logo depois, foi a vez de Keys vencer um equilibrado duelio de jovens contra a japonesa de 18 anos e 81ª do mundo Naomi Osaka. Cabeça 8 em Nova York e nona do ranking mundial, a americana levou a melhor com parciais de 7/5, 4/6 e 7/6 (7-3) em 2h07 de partida. O resultado evitou o que poderia ser a primeira vitória contra top 10 da japonesa. Dominante no saque durante o set inicial ao perder só dois pontos quando colocou o primeiro serviço em quadra, Keys teve um apagão no nono game da parcial seguinte. Com placar empatado por 4/4, a americana desperdiçou um 40-0 com quatro erros e uma dupla-falta e foi quebrada. No último set, Osaka abriu 5/1 e falhou duas vezes na oportunidade de sacar para o jogo. Já no tiebreak, duas boas devoluções seguidas colocaram a americana com 5-2 para administrar o placar. A atual vice-campeã Roberta Vinci fez 6/0, 5/7 e 6/3 contra a alemã Carina Witthoeft e enfrenta a ucraniana Lesia Tsurenko que marcou 3/6, 6/3 e 6/4 diante da cabeça 12 Dominika Cibulkova. Já a 13ª favorita Johanna Konta venceu a suíça Belinda Bencic por 6/2 e 6/1 e enfrenta a embalada letã Anastasija Sevastova que fez 6/4 e 6/1 contra a ucraniana Kateryna Bondarenko.
No duelo de gerações que encerrou a sessão noturna desta sexta-feira no Arthur Ashe Stadium, a experiência de Angelique Kerber prevaleceu diante da jovem americana de 17 anos Catherine 'CiCi' Bellis. A alemã marcou duplo 6/1 em 55 minutos para avançar às oitavas do US Open. Mesmo disputando alguns games mais longos, Kerber levou a melhor nos momentos mais importantes. Durante o primeiro set, a alemã enfrentou cinco break points em três games diferentes e sempre manteve o saque. Muito disso disso se deve às boas defesas da número 2 do mundo que fazia a jovem rival sempre jogar uma bola a mais e cometer erros. Bellis deu onze pontos de graça no set inicial e outros dez na parcial seguinte. Kerber abriu 5/0 em rápidos 18 minutos no segundo set, sofreu uma quebra, mas fechou o jogo logo depois. Kerber não chegava às oitavas no US Open há três anos, mas ainda está longe de sua melhor campanha que foi a semifinal de 2011. Mesmo que seja eliminada, ela ainda tem chance de ser número 1 do mundo caso Serena Williams perca antes da semifinal e Agnieszka Radwanska não vença o torneio. A próxima adversária é a tcheca Petra Kvitova, ex-número 2 e atual 16ª do ranking derrotou a ucraniana Elina Svitolina por 6/3 e 6/4 nesta sexta-feira. As duas canhotas e medalhistas nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro já se enfrentaram oito vezes com quatro vitórias para cada lado, sendo que a alemã venceu os últimos dois jogos. Sem perder sets no torneio, Kvitova chega à segunda semana de um Grand Slam pela primeira vez no ano. A bicampeã de Wimbledon fez sua melhor campanha no US Open exatamente no ano passado, quando atingiu às quartas de final.
Pouco menos de dois meses depois de passarem por frustrações na Eurocopa, Itália e França entraram em campo nesta quinta-feira pela primeira vez desde a competição continental. Na cidade italiana de Bari, quem conseguiu um alento à derrota na final em casa para a seleção de Portugal foram os franceses, que venceram o amistoso por 3 a 1. O grande atrativo desta partida foi a estreia do "árbitro de vídeo", autorizado pela Fifa de forma experimental, mas ele passou em branco nos testes de utilização por profissionais que usariam o vídeo em lances polêmicos. Em campo, a França mostrou superioridade por já ter uma base montada - a mesma que ficou com o vice na Eurocopa. A Itália, que ficou nas quartas de final com a derrota nos pênaltis para a Alemanha, contou nesta quinta-feira com a estreia do técnico Giampiero Ventura, substituto de Antonio Conte - agora no comando do Chelsea. Os italianos, com um elenco mudado em relação à Eurocopa, teve outra estreia. No segundo tempo, Donnarumma, goleiro do Milan de apenas 17 anos, entrou no lugar do veterano Gianlucca Buffon, de 38, quando a partida já estava 2 a 1 para os franceses - gols de Martial e Giroud para os visitantes e Pelle para os donos da casa. Kurzawa fez o terceiro da França na etapa final. Agora, as duas seleções voltam a campo pelas Eliminatórias Europeias da Copa do Mundo de 2018, que será na Rússia. Na estreia, a Itália enfrenta Israel, fora de casa, nesta segunda-feira, às 15h45 (de Brasília). No dia seguinte, no mesmo horário, a França visita a Bielo-Rússia. ESPANHA Outro amistoso de destaque nesta quinta-feira aconteceu em Bruxelas. Bélgica e Espanha estrearam seus treinadores e quem se deu melhor foram os espanhóis, que venceram por 2 a 0. Foi a vitória de Julen Lopetegui no comando da seleção campeã mundial de 2010. Por coincidência, os belgas estão agora com um espanhol como treinador: Roberto Martínez.
O meia David Silva, do Manchester City, foi o autor dos dois gols da Espanha. Em ambos, contou com a ajuda de Vitolo, meia do Sevilla. No primeiro, aos 33 minutos do primeiro tempo, arrancou pela direita e cruzou. A bola vinha na direção de Koke, mas Diego Costa entrou no meio da jogada e rolou para David Silva bater com precisão para abrir o placar. Aos 17 minutos da segunda etapa, Vitolo veio novamente pela direita e foi derrubado pelo lateral-direito Jordan Lukaku, irmão mais novo do atacante Romeru Lukaku. Pênalti cobrado com categoria por David Silva, que ampliou e deu números finais ao placar. Agora, as duas seleções farão suas estreias nas Eliminatórias da Copa de 2018. A Espanha entra em campo em casa nesta segunda-feira, às 15h45, diante de Lichtenstein. A Bélgica enfrenta o Chipre, tambpem como visitante, na terça.
A chuva que atrapalhou a rodada do US Open nesta quinta-feira não impediu Andy Murray de avançar à terceira rodada do Grand Slam disputado em Nova York. Jogando sob o teto retrátil da Arthur Ashe Stadium, a quadra central da competição, o número dois do mundo evitou sustos e venceu o espanhol Marcel Granollers por 3 sets a 0, com parciais de 6/4, 6/1 e 6/4. Vindo da sua melhor sequência de jogos da carreira, Murray só encontrou dificuldades no set inicial contra Granollers, atual 45º do ranking. Aproveitando certa instabilidade do favorito, o tenista da Espanha até faturou uma quebra de saque, em seis oportunidades cedidas pelo rival. Mas não foi além disso. Neste mesmo set, Murray obteve duas quebras, o que repetiu na segunda parcial. Na terceira, quebrou o espanhol apenas uma vez. Porém, sequer teve seu serviço ameaçado, mostrando o forte crescimento ao longo da partida, que durou 2h22min. O britânico encerrou a partida com 34 bolas vencedoras, contra 23 do espanhol. O favorito também falhou menos: foram 28 erros não forçados, diante de 47 de Granollers. Na terceira rodada, Murray vai ter pela frente o vencedor do duelo entre o francês Gilles Simon e o italiano Paolo Lorenzi. Bicampeão olímpico, o escocês vive a melhor fase de sua carreira, com sete finais consecutivas. Nesta sequência, se sagrou campeão em Wimbledon pela segunda vez na carreira e faturou a medalha de ouro no Rio de Janeiro. Em outro confronto masculino já encerrado nesta quinta, Nicolas Mahut levou a melhor no duelo francês contra o experiente Paul-Henri Mathieu. Mahut venceu por 6/4, 6/4 e 6/2. Seu próximo adversário sairá do confronto entre o japonês Kei Nishikori e o russo Karen Khachanov. Murray conseguiu finalizar a partida porque jogou sob o novo teto retrátil da quadra central do US Open. A rodada desta quinta foi atrapalhada pela chuva, que só não atrasou os jogos da Arthur Ashe. Todas as demais quadras sofreram atrasos na programação.
Ao melhor estilo Edgardo Bauza, a Argentina venceu com placar magro na estreia do ex-técnico do São Paulo. Na noite desta quinta-feira, o meia-atacante Lionel Messi se redimiu do pênalti mal batido na final da Copa América Centenário contra o Chile, em junho, ao marcar o gol da vitória alviceleste, por 1 a 0, diante do Uruguai, em Mendoza, pela sétima rodada das Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo de 2018.
O resultado, que significa a quarta vitória consecutiva da Argentina na competição, faz a atual vice-campeã mundial ganhar duas posições e assumir a liderança isolada, com 14 pontos, um a mais que o Uruguai, agora segundo colocado entre as dez seleções sul-americanas.
O triunfo tem um significado especial para Messi. O craque do Barcelona havia anunciado aposentadoria da seleção após a derrota para os chilenos na disputa por pênaltis da final da Copa América dos Estados Unidos. Bauza, no entanto, o convenceu de voltar atrás da decisão e convocou o camisa 10 para os dois jogos pelas Eliminatórias. Na comemoração do gol, o argentino vibrou muito e foi ovacionado pela torcida que lotou o Estádio Mundialista, em Mendoza.
Agora, a Argentina tentará manter a ponta da tabela na próxima terça-feira, às 20 horas (de Brasília), na Venezuela. No mesmo dia e horário, o Uruguai buscará a recuperação contra o Paraguai, no Estádio Centenário, em Montevideu.
O gol e o anticlímax
Como era de se esperar, o clássico começou nervoso, com faltas duras de ambos os lados. Os argentinos, com mais posse de bola, rondavam a área uruguaia com perigo, mas a defesa montada por Óscar Tabárez se manteve firme na marcação sobre Messi, que não encontrava espaços para armar as jogadas.
Aos 31 minutos, o lance mais incrível da primeira etapa. O atacante argentino Dybala recebeu na intermediária e mandou a bomba de longe. A bola explodiu na trave, bateu nas costas do goleiro Fernando Muslera e saiu pela linha de fundo.
Mais intensa na partida, a Argentina continuava empurrando o Uruguai para o seu campo de defesa. Aos 40, Messi bateu forte de esquerda, mas viu a bola, que rumava para o gol, mudar a trajetória após desvio e sair em escanteio.
Dois minutos depois, porém, o astro do time da casa contou com outro desvio para inaugurar o placar em Mendoza. Na intermediária, o craque do Barcelona dominou de calcanhar e, sem espaço para avançar, arriscou. A bola tocou no lateral uruguaio Jorge Fucile e enganou o arqueiro Muslera.
No último lance do primeiro tempo, o anticlímax. Dybala fez falta infantil em Mathías Corujo, recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulso, gerando reclamações dos jogadores argentinos, torcida, mas principalmente de Messi na saída para o intervalo.
Escalado como titular por Edgardo Bauza, atleticano Lucas Pratto se movimentou e deu 17 passes certeiros
Ferrolho argentino
Mesmo com um homem a menos, a Argentina continuou ditando o ritmo do jogo no início da segunda etapa. Com a marcação alta, a Alviceleste impedia que a bola chegasse aos pés dos principais jogadores do Uruguai, Luis Suárez e Edinson Cavani.
Aos poucos, entretanto, os visitantes foram avançando em busca do empate. Mas que sempre que chegavam na intermediária encontraram duas linhas de quatro bem postadas, que não deixavam espaços para que os uruguaios se infiltrassem na defesa argentina.
Na parte final do confronto, os anfitriões recuaram de maneira exagerada e atraíram perigosamente os uruguaios para seu campo de defesa. Com Dybala expulso, o time de Bauza sentiu o cansaço e se limitou a apenas se defender, sem conseguir contra-atacar com eficiência.
Apesar das dificuldades, a Argentina foi ajudada pela cantoria de sua torcida e conseguiu segurar as ofensivas do Uruguai, que não teve a criatividade necessária para transpor o ferrolho que Edgardo Bauza construiu para segurar a vitória de 1 a 0.
ARGENTINA 1 X 0 URUGUAI
ARGENTINA Sergio Romero; Pablo Zabaleta, Nicolás Otamendi, Ramiro Funes Mori e Emmanuel Mas; Javier Mascherano, Lucas Biglia, Lionel Messi e Ángel Di María; Paulo Dybala e Lucas Pratto (Lucas Alario). Técnico: Edgardo Bauza
URUGUAI Fernando Muslera; Jorge Fucile (Diego Rolán), José María Giménez, Diego Godín e Gastón Silva; Carlos Sánchez (Gastón Ramírez), Egidio Arévalo Ríos, Mathías Corujo e Nicolás Lodeiro (Cristian Rodríguez); Luis Suárez e Edinson Cavani. Técnico: Óscar Tabárez
Local: Estádio Mundialista, em Mendoza (ARG) Data: 1º de setembro de 2016, quinta-feira Árbitro: Julio Bascuñán (Chile) Assistentes: Marcelo Barraza e Chirstian Schiemman (ambos do Chile) Cartão Amarelo: Jorge Fucile, Edinson Cavani, Nicolás Lodeiro e José Giménez (Uruguai); Paulo Dybala e Ángel Di María (Argentina) Cartão Vermelho: Paulo Dybala (Argentina) GOLS: Lionel Messi, aos 42 minutos do primeiro tempo
A seleção do Paraguai "carimbou" a faixa de campeão do Chile nesta quinta-feira e reagiu nas Eliminatórias Sul-Americanas da Copa do Mundo. Jogando em casa, no Defensores Del Chaco, em Assunção, a equipe paraguaia venceu o campeão da Copa América Centenário por 2 a 1 e ganhou uma posição na tabela
Com 12 pontos, o Paraguai subiu do 7º para o 6º lugar, mas segue fora da zona de classificação à Copa do Mundo de 2018. Já o Chile, com 10, despencou da 4ª para a 7ª posição. Somente os quatro primeiros colocados entram direto no Mundial - o quinto disputa repescagem.
Paraguai e Chile fizeram um duelo franco desde o início, nesta noite. Tanto que aos 5 minutos cada seleção já tinha chegado ao ataque com perigo. O time da casa, porém, foi mais feliz em sua primeira investida. Óscar Romero, irmão de Angel Romero, do Corinthians, acertou forte chute quase da intermediária e anotou belo gol, aos 5.
Empurrado pela torcida, o Paraguai não parecia enfrentar o campeão das últimas duas edições da Copa América. E se mandava para o ataque sem temor. Foi assim que, logo em sua segunda investida ofensiva, chegou ao segundo gol. Após cobrança de escanteio, Paulo da Silva escorou de cabeça na pequena área e ampliou o placar.
A reação chilena só veio aos 24, em disparada pela direita e cruzamento para Vargas acertar incrível bicicleta na área. Diego Barreto fez uma defesa ainda mais bonita e salvou o Paraguai. O goleiro, porém, não evitou o empate, aos 35. Vidal escorou cobrança de falta na área e mandou para as redes.
O fôlego paraguaio que parecia acabar nos instantes finais da etapa inicial voltou com tudo no início do segundo tempo. Buscando o terceiro gol, o time da casa criou três chances em sequência antes dos cinco minutos do segundo tempo.
Mais preocupado em se defender do que em atacar, o Chile se fechava bem e abdicava da busca pelo empate. Na melhor chance dos visitantes na etapa final, Alexis Sanchez fez fila da intermediária até entrar na área, mas tabelou em posição irregular, e teve seu belo gol anulado pela arbitragem, aos 20.
O Chile até cercava o Paraguai, mas cometia muitos erros de passe. Nervoso em campo, cedia brechas para o contra-ataque anfitrião. Nos instantes finais, o nervosismo do time chileno custou a expulsão de Medel após reclamar com o juiz, impedindo qualquer reação do Chile nos acréscimos.
Depois de um início de jogo dominante, Stan Wawrinka foi bastante exigido pelo 243º colocado italiano Alessandro Giannessi, estreante em chaves principais de Grand Slam aos 26 anos, e garantiu vaga na terceira rodada do US Open ao marcar 6/1, 7/6 (7-4) e 7/5 em 2h28. O próximo adversário de Wawrinka sai do confronto entre o 64º colocado britânico Daniel Evans e o promissor alemão Alexander Zverev, 28º do ranking. Em ambos os casos, seria um confronto inédito. Depois de salvar três break points logo no game de abertura, Wawrinka foi dominante no set inicial. O suíço criou chances de quebra em todos os games de saque do italiano, aproveitou duas delas para vencer cinco games seguidos e liderou o placar de winners por 20 a 4. O jogo ganhou equilíbrio com a quebra obtida por Giannessi no começo da segunda parcial. O italiano chegou a ter 5/2, mas falhou na oportunidade de sacar para o set. No tiebreak o suíço largou com 2-0 e usou de seu característico backhand na paralela para forçar erro do rival e ampliar a vantagem. Ainda que a única quebra do terceiro set tenha ocorrido no game final da partida, não faltaram chances para ambos os lados. Giannessi salvou um break point no sexto game e outros dois no oitavo, enquanto Wawrinka levantou um 0-40 quando o set estava empatado por 4/4. Pressionado para tentar forçar o tiebreak, o italiano acumulou erros e foi eliminado. Também avançou Nick Kyrgios, possível rival de Wawrinka nas oitavas. O cabeça 14 australiano marcou 7/5, 6/4 e 6/4 diante do canhoto argentino Horacio Zeballos. Durante a partida, Kyrgios foi atendido três vezes por problemas no quadril, o que não o impediu de fazer pontos espetaculares. Em sua quarta participação no US Open, Kyrgios repete a melhor campanha que foi obtida em 2014. Cabeça 14 em Nova York, o australiano de 21 anos enfrenta o vencedor do duelo entre o ucraniano Illya Marchenko e o bósnio Damir Dzumhur.